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Redação Douranews

Redação Douranews

Depois de entrar em trabalho de parto, uma mulher de 30 anos deu a luz a uma menina dentro de uma viatura do Corpo de Bombeiros. O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira (28), em Naviraí, distante 359 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com informações do site Tá na Mídia Naviraí, a mãe, Ana Paula Bombonato, de 30 anos, entrou em contato com o Corpo de Bombeiros informando que estava em trabalho de parto. Chegando no local, a equipe encontrou a mulher em frente a residência, recebendo ajuda da avó da criança.

Depois de receber os primeiros atendimentos, os militares encaminharam Ana para o Hospital Municipal da cidade, porém, no trajeto, ainda na viatura de resgate, a mulher deu a luz a uma menina.

A recém-nascida recebeu o nome de Emanuele, que significa ‘Deus Conosco’. Emanuele e a mãe foram atendidas na Santa Casa e passam bem.  

Joshua Brites Dutra, de 11 anos, está desaparecido desde a manhã de hoje, em Campo Grande. Conforme o tio da criança, o cantor Isaac Dutra, de 36, uma vizinha viu quando o menino tentou abrir o portão de casa, no bairro Nova Lima, para sair com a bicicleta, mas recuou quando percebeu que a mulher estava olhando. Esta foi a última vez que a família teve notícia do menino.

Isaac contou ao Portal Correio do Estado que, ao perceber que o filho não estava indo bem na escola no último mês, decidiu castigá-lo. “O pai dele tirou o celular, o vídeo-game e colocou Joshua e o irmão mais novo, de 4 anos, de castigo, na noite de ontem”, contou Isaac, relatando que o menino é considerado uma criança obediente, alegre e estudiosa. 

Para o irmão mais novo, Joshua chegou a comentar que iria fugir e iria para a casa do amigo Kauã. “A gente acredita que, como a casa do amigo é longe, no Bairro Monte Castelo, ele possa estar perdido pela rua”, comentou o tio.

Joshua cursa o 6º ano na escola municipal Ada Teixeira. A família pede que, caso alguém reconheça o menino pela rua, entre em contato pelos telefones 67 – 9.9922-4535 e 9.8408-8800.

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Dois homens foram presos por tráfico de drogas na manhã de hoje durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-262, em Três Lagoas. Foram apreendidos 164 kg de maconha.

Quando dado ordem de parada ao veículo Vectra Expression com placas de Palmas (Tocantins), o motorista, de 38 anos, obedeceu, mas o passageiro, empreendeu fuga na rodovia, mas foi preso em seguida pelos policiais.

Em vistoria no carro, foram encontrados a quantia de maconha. Aos PRFs, o motorista confessou que havia carregado o carro em Campo Grande e iria entregá-lo em Araçatuba, interior paulista.

Já o passageiro, que havia fugido da abordagem, disse que não sabia da existência do entorpecente no automóvel e estava apenas pegando uma carona para o outro Estado. Caso foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Água Clara.

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Em Dourados, vítima de estelionato procurou a Polícia Civil hoje para relatar golpe que estaria acontecendo a partir de aplicativo de celular muito conhecido. O homem, de 41 anos, confirmou que perdeu R$ 3 mil. O golpista ainda tentou enganar outras pessoas no valor de R$ 6.750.

O estelionato foi registrado hoje à tarde na 1ª Delegacia de Polícia pelo delegado Adilson Stiguivitis Lima para haver investigação.

A polícia informou que pelo menos uma pessoa foi vítima no golpe porque o suspeito teria conseguido acesso ao chip do homem que perdeu R$ 3 mil e de uma mulher que é amiga dele e mora no Espírito Santo.

Pelo aplicativo WhatsApp, o estelionatário passou-se como sendo amiga da vítima. O número de celular que o golpista usava era o mesmo da mulher, que vive no Espírito Santo. Ontem, o homem conversou por mensagem e a mulher relatou que precisava que o amigo depositasse R$ 3 mil a ela.

A transferência foi feita para uma agência em São Luís (MA), em conta que tem o nome de Ricardo da Silva Rabelo. Mais tarde, o homem fez contato com a amiga que vive em outro estado e ela disse que não havia pedido o dinheiro. Foi então que o golpe acabou descoberto.

O mesmo golpista ainda tentou enganar outras pessoas que estavam na lista de contatos da vítima. Foi pedido emprestado as quantias de R$ 5 mil, R$ 1 mil e R$ 750. "Felizmente ninguém chegou a efetuar os depósitos", disse o homem aos policiais civis.

A operadora de telefone a qual administra os números informou à vítima que o chip usado para o golpe foi adquirido no município de Barueri (SP), em loja que fica no bairro Tamboré.

Agora a Polícia Civil tenta conectar os pontos da história para verificar a identificação do estelionatário.

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Polícia Militar Ambiental (PMA) apreendeu 800 litros de combustíveis contrabandeados da Bolívia, em um barco de alumínio atracado na baía do Tamengo, na noite de ontem, em Corumbá.

Material estava dividido em 16 galões. No momento do flagrante, não havia ninguém no barco e polícia fez buscas pelas proximidades, mas nenhum suspeito foi localizado.

Suspeita é que os infratores tenham fugido ao avistar a fiscalização. Combustível foi apreendido e encaminhado para a Polícia Federal de Corumbá.

Importar, transportar ou armazenar produto ou substância tóxica, nociva a saúde humana ou ao meio ambiente é crime ambiental previsto em lei, com pena de um a quatro anos de reclusão.

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Mulher de 43 anos aguardava o ônibus na Rua Charlote, no Jardim Aero Rancho, quando foi roubada por duas pessoas que estavam em moto Titan, de cor escura. O local onde ela estava fica atrás do Hospital do Câncer de Barretos, unidade de Campo Grande.

O assalto aconteceu perto do meio-dia. Os bandidos, que segundo a vítima aparentavam ser menores de idade, colocaram a mão na cintura insinuando estarem armados.

Com medo, ela entregou a bolsa com seus pertences e não reagiu. Os assaltantes aceleraram a moto e fugiram pela Rua Cajazeiras, sentido bairro Centenário. Não houve tempo para anotar a placa do veículo.Testemunhas relataram que os suspeitos eram magros e morenos.

O delegado Giulliano Carvalho Biacio, da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Piratininga, registrou a ocorrência como roubo. A vítima comunicou diretamente a Polícia Civil e não ligou no 190, da Polícia Militar. Agora haverá investigação para tentar identificar os ladrões.

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Entidades que representam a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul tentam audiência com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para debater questões relacionadas com a previdência dos militares.

Ofício com as reivindicações da categoria foi protocolado nesta manhã na governadoria e conforme a assessoria do Governo do Estado, não há nenhum encontro previsto para hoje entre Azambuja e os militares.

Segundo as entidades, a preocupação com as questões da previdência aumentou depois de declarações do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que confirmou apoiar proposta para reformar previdência dos estados.

Por meio de nota, as entidades afirmam que os militares não podem fazer greve, ser sindicalizados ou filiados à partidos. “Os militares não possuem FGTS, hora extra, carga horária regulamentada, adicional de insalubridade, de periculosidade; E, ainda estão sujeitos a preceitos rígidos de hierarquia e disciplina (Regulamento Disciplinar e Código Penal Militar), dentre outros”, diz a nota.

Os militares também solicitam audiência pública para debater o assunto.

Comentário

Investir nos primeiros seis anos de vida das crianças pode reduzir problemas como violência e consumo de drogas. Mas não basta garantir acesso à saúde e educação, dar as vacinas em dia e fornecer boa alimentação. Estudos e pesquisadores mostram que é preciso satisfazer também a sede de brincar.

A brincadeira é um elemento indispensável para uma infância feliz e um importante instrumento de socialização. Entre os benefícios das atividades lúdicas, especialmente durante a primeira infância, estão o desenvolvimento da autoestima, o estabelecimento de vínculos com os pais e o aumento da capacidade de sentir empatia pelos outros. Pelo brincar, as crianças também aprendem a lidar com problemas, resistir à pressão de situações adversas e a viver em sociedade.

Após analisar o cérebro de 128 crianças negligenciadas, uma pesquisa da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA) constatou que elas possuíam tamanho reduzido de amígdala e hipocampo — estruturas cerebrais associadas às emoções e à memória — em comparação com crianças que foram estimuladas a brincar.

Ainda de acordo com esse estudo, crianças que não recebem a atenção dos pais são mais propensas a desenvolver estresse na infância, o que aumenta os riscos de dependência em drogas, alcoolismo e obesidade na fase de adulta.

De acordo com José Martins Filho, médico especializado em pediatria social e presidente da Academia Brasileira de Pediatria (ABP), a interação do bebê com os pais é fundamental para seu desenvolvimento saudável. A criança que não recebe aconchego, diz o pediatra, pode sofrer de “estresse tóxico precoce”. Brincar, segundo ele, é uma forma de demonstrar carinho aos pequenos.

— Todo mundo diz que ama as crianças, mas esquece de dizer a elas que são amadas. Brincar é uma forma de demonstrar o amor — disse o pediatra, que participou, nos dias 22, 23 e 24 de novembro, no Senado, da 9ª Semana de Valorização da Primeira Infância, evento que reuniu especialistas para discutir cuidados necessários nos primeiros seis anos de vida.

Marilena Flores Martins, fundadora da Associação Brasileira pelo Direito de Brincar (IPA Brasil), também aponta que a negligência dos adultos em atender às necessidades físicas e emocionais das crianças, como brincar, pode provocar danos profundos, que acompanharão a sua vida adulta.

Segundo ela, a falta de cuidados com as crianças durante seus seis primeiros anos de vida compromete a capacidade de aprendizado, de memória e de formação de vínculos afetivos na vida adulta. Também as deixa mais suscetíveis a comportamentos violentos e a doenças como depressão e ansiedade.

— Ao brincar, as crianças desempenham vários papéis. Elas aprendem a ter humor, a rir de si mesmas e a desenvolver empatia pelo outro — disse Marilena. O ato de brincar é tão importante, segundo Marilena, que tem sido usado com forma de superação de traumas em regiões de conflitos armados e em situação de catástrofe. O expediente foi largamente utilizado em 2011 no Japão para ajudar crianças a se recuperarem de um terremoto que atingiu o país.

Organizações não-governamentais também estimulam crianças a brincar em países como a Síria e Afeganistão, marcados por constantes conflitos.

Fim da brincadeira

Mas Marilena Martins teme que o ato de brincar esteja caminhando para a extinção. Segundo ela, pais preocupados com a competitividade dos filhos no mercado de trabalho acabam sobrecarregando as crianças com quantidade excessiva de atividades extracurriculares.

— O resultado? Os pequenos não têm tempo para fantasiar e experimentar o mundo e perdem a noção do que é ser criança — lamenta.

O tempo ocioso é importante para a criança brincar livremente e desenvolver a imaginação.

— A criança precisar ter tempo para brincar. Ela precisa de atividades estruturadas como oferece a escola, mas também de atividades não estruturadas. É brincando que a gente descobre o sentido da vida. É obrigação dos adultos oferecer as oportunidades para que a criança brinque — argumentou.

Pais sem pressa

Na contramão dessa tendência, cresce um movimento chamado Slow Parenting (pais sem pressa), que prega que as crianças tenham menos compromissos e possam explorar o mundo a seu tempo. O movimento, difundido nos Estados Unidos e na Europa, vem ganhando adeptos no Brasil.

Inspiradas nessa ideia, as amigas Mariane de Oliveira e Iza Garcia, que mantêm um blog sobre atividade infantis, criaram o Slow Fun Brasília. O evento, que já teve duas edições, propõe que pais e filhos desliguem seus aparelhos e interajam entre si. Na programação, atividades nada tecnológicas como piquenique, danças e gincanas.

— O Slow Fun Brasília é dedicado ao brincar sem pressa e sem eletrônicos e à interação entre famílias e crianças. Em um mundo de velocidade máxima, a ideia do movimento Slow Parenting é criar os filhos em velocidade mínima — explicam.

Tecnologia deve ser usada com limites e supervisão

Se não há dúvidas sobre os benefícios de andar de bicicleta e pular amarelinha, as brincadeiras que envolvem o uso de dispositivos tecnológicos como tablets, celulares e videogames geram questionamentos quanto a prejuízos ao desenvolvimento na primeira infância.

Marilena Martins, do IPA Brasil, afirma que os aparelhos eletrônicos não trazem os mesmos benefícios de brincadeiras tradicionais. Segundo ela, pesquisas evidenciam que a exposição frequente a televisão, smartphones e computadores pode prejudicar crianças pequenas, dificultando a socialização e o desenvolvimento da capacidade motora, por exemplo.

— Até 2 anos o ideal é ficar longe da TV e de outras tecnologias. Não existe equipamento que possa substituir o contato humano — disse.

A Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças menores de 1 ano e meio não sejam expostas a televisão, computador ou tablets.

Outras pesquisas, no entanto, mostram que jogos, vídeos e aplicativos podem contribuir para o raciocínio lógico e o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças, desde que devidamente desenvolvidos para esse fim, aponta a especialista em comportamento digital Juliana Grasso. Para ela, o problema não está na tecnologia em si, mas no uso exagerado, que pode levar ao sedentarismo.

— O uso excessivo de internet por crianças e adolescentes significa menos tempo em outras atividades. Daí a gente consegue tirar algumas conclusões, mas hoje não podemos predizer as consequências de fato. Temos que olhar de forma atenta, não podemos esperar para pagar o preço no futuro — apontou.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) orienta pais e educadores a não deixar que crianças de 2 a 5 anos fiquem mais de uma hora por dia em computadores ou similares.

Uso consciente

É cada vez mais comum crianças de 4 e 5 anos dominarem o touchscreen das telas, mas não conseguirem amarrar os tênis, explica Juliana Grasso. O exemplo dos pais é fundamental, acrescenta. Pesquisa sobre a percepção das crianças em relação ao uso de smartphones pelos pais apontou que 54% dos filhos acreditam que os pais checam demais o telefone e se sentem menos importantes do que os aparelhos.

— Estamos falando de uma questão de saúde emocional. E 28% dos pais começam a perceber que não estão dando bom exemplo — detalhou.

Os pais também devem sempre supervisionar os conteúdos acessados pelas crianças, recomenda a especialista em comportamento digital.

— As crianças não têm maturidade para elaborar e entender muitos dos conteúdos a que estão expostos — avalia.

Seguidores

As irmãs Ester, de 5 anos, e Eloah, de 10, têm juntas mais de 500 mil seguidores em dois canais na plataforma de vídeos YouTube. É possível acompanhá-las dando comidinha de faz de conta para bonecas, fantasiadas de médicas de brinquedos ou se divertindo em uma piscina. Elas teriam a rotina comum de qualquer criança, mas está tudo publicado.

As meninas fazem parte do recente fenômeno dos youtubers mirins — crianças que, apoiadas pelos pais, vêm angariando expressiva atenção na web com seus vídeos.

Segundo a mãe das duas, Eliane Lourenço, 33, que tem ainda outro filho, Silas, de 3, os filhos podem brincar com tablets e outros dispositivos eletrônicos, mas sempre sob supervisão.

— Eu costumo estar sempre por perto. Acho que tem um lado negativo quando os pais deixam celulares com os filhos e não observam o conteúdo, mas se os pais estão por perto, monitorando, não tem problema. Existe muito conteúdo de qualidade para as crianças — avalia.

Eliane afirma que a ideia de criação dos canais veio das próprias meninas.

— O processo de filmagem é, para Ester e Eloah, uma grande brincadeira. A Eloah viu uma menina brincando no Youtube e pediu para fazer vídeos. A Ester começou a imitar a irmã. Elas criam as histórias com as bonecas na hora da gravação — diz.

Eliane reforça que as crianças adoram brincar com dispositivos eletrônicos, mas não ficam limitadas a isso. A família costuma fazer passeios semanais em parques e áreas livres.

Tempo livre

Supervisão também é a palavra de ordem na casa de Adélia Segal Ramos, 33 anos. Tablets, televisão e smartphones não são proibidos, mas estão no final da fila de atividades preferidas pelos filhos.

Na rotina diária, os compromissos de Luca e Lis, na primeira infância, são a escola e as aulas de natação. O resto do tempo é livre, dedicado às brincadeiras e à imaginação.

— Eles não pedem muito para usar tablets e celulares porque nós, os pais, não temos o hábito de ficar o tempo todo no computador. A gente usa o smartphone quando é necessário. Eles pedem, mas a gente desconversa e diz que é melhor que eles brinquem de outras coisas — relatou.

A família optou por ter apenas uma televisão para manter o conteúdo sempre sob supervisão.

— A televisão fica na sala e, quando os pequenos estão assistindo, estamos sempre por perto — conta Adélia.

Atividades em família também são hábito. Toda quarta-feira, Luís, pai de Luca e Lis, tira folga do trabalho para andar de bicicleta e brincar com os filhos em parques e locais ao ar livre, quando não chove. O mesmo se repete nos fins de semana.

— Crianças que ficam na frente de uma tela muito tempo deixam de fazer amiguinhos, não aprendem a dividir e a compartilhar — acredita Adélia.

Brincar é um direito garantido pela ONU e pela Constituição brasileira

Brincar é essencial, um direito garantido por lei e preconizado pela ONU desde 1959. A Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 1959 e fortalecida pela Convenção dos Direitos da Criança de 1989, enfatiza: “Toda criança terá direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e às autoridades públicas garantirem a ela o exercício pleno desse direito.”

O Brasil foi signatário dessa convenção. A Constituição Brasileira e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) também asseguram esse direito que, neste ano, foi fortalecido com o Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/2016). A nova legislação coloca a criança desde o nascimento até os 6 anos como prioridade no desenvolvimento de programas, na formação dos profissionais e na formulação de políticas públicas.

Sobre brincar, o Marco Legal indica que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios deverão organizar e estimular a criação de espaços lúdicos que propiciem o bem-estar, o brincar e o exercício da criatividade em locais públicos e privados onde haja circulação de crianças. Também devem zelar pela fruição de ambientes livres e seguros em suas comunidades.

Seguindo as determinações da lei, o presidente Michel Temer lançou, nos primeiros meses de sua gestão, o Programa Criança Feliz, que tem entre seus objetivos o de apoiar e acompanhar o desenvolvimento infantil na primeira infância. O público-alvo inicial do programa são as famílias de gestantes e de crianças de até 3 anos beneficiárias do Programa Bolsa Família.

— O presidente colocou o Criança Feliz como prioridade e a primeira dama, Marcela Temer, pediu para ser a divulgadora. Não vai parar no Bolsa Família. Vai depender muito dos prefeitos. No início do próximo ano, quando novos gestores vão assumir, faremos um trabalho para sensibilizar os prefeitos para o programa — disse o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS), Osmar Terra

Para o presidente da Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância, senador José Medeiros (PSD-MT), o cuidado com a primeira infância é fundamental para garantir um futuro melhor para o país:

— Esse é o mais importante programa na área social. Temos que transformá-lo não em programa de governo, mas em programa de Estado — apontou.

Contato com a natureza na infância reduz chance de doenças, diz pediatra

A esperança dos defensores do direito de brincar é que os investimentos públicos em parquinhos e áreas de lazer não sejam esquecidos pelos gestores.

Hoje, faltam espaços públicos adequados para crianças pequenas e adaptados para crianças com deficiência, de acordo com Marilena Martins da IPA Brasil.

José Martins Filho, presidente da ABP, observa que alguns países como a Dinamarca investem em espaços de lazer, parques e reservas ambientais como uma questão de saúde pública.

Segundo o pediatra, pesquisas comprovam que algumas horas de brincadeira ao ar livre podem reduzir as chances de doenças.

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Dando continuidade ao projeto de implantação de um novo e moderno sistema de monitoramento eletrônico sobre emissão de receitas agronômicas, comércio e venda de agrotóxicos em Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), prorrogou por mais 60 dias o prazo para que as empresas realizem o recadastramento dos produtos agrotóxicos, junto ao sistema e-saniagro.

defensivoO novo sistema, que também permitirá que os profissionais obtenham informações, em tempo real, durante a visita ao campo, sobre a situação (liberação) do produto encontrado na propriedade, foi estruturado para ser executado em parceria de entre a Iagro e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS), através de um termo de cooperação, assinado em janeiro deste ano.

Além do cadastramento dos produtos agrotóxicos, também serão cadastrados os profissionais devidamente habilitados para atividades de prescrição, bem como dos estabelecimentos comerciais agropecuários como: revenda de agrotóxicos, empresas prestadoras de serviços na aplicação de produtos fitossanitários, centrais e postos de recebimento de embalagens vazias, propriedades rurais e empreendimentos agroindustriais, instaladas em Mato Grosso do Sul.

O Diretor Presidente da Iagro, Luciano Chiochetta, faz um alerta as empresas detentoras de produtos agrotóxicos “em edição”, junto ao E-saniagro, para que priorizem o recadastramento de olho no novo prazo concedido e as inúmeras vantagens que o novo sistema oferece.

Sobre o Termo de Compromisso

Segundo o termo, A Iagro fica responsável pelo fornecimento da base de dados atualizada de produtos agrotóxicos, acesso ao módulo de revenda e controle de agrotóxicos, a disponibilização de Fiscais Estaduais Agropecuários, Técnicos, equipe de TI para desenvolvimento das atividades, a redação conjunta do relatório técnico anual de atividades, atenção especial para que os seus funcionários com registro no Sistema CONFEA/CREA, estejam em dia com suas anuidades, atualização da lista dos agrotóxicos com comércio autorizado no Estado, designação de servidor, engenheiro agrônomo, fiscal estadual agropecuário – de seu quadro técnico – para acompanhar a execução do termo, divulgação das ações e envio periódico da relação dos estabelecimentos que solicitaram registro para comercializarem produtos agrotóxicos no Estado.

O CREA-MS ficou comprometido com o fornecimento da base de dados atualizada de profissionais com atribuições para a emissão de Receituário Agronômico, com a realização do controle e a fiscalização sobre a emissão do Receituário, na disponibilização de material, técnicos e equipe de TI para desenvolvimento de todas as atividades, na redação do relatório técnico anual de atividades (em conjunto com a IAGRO), com o encaminhamento da listagem dos profissionais emitentes de receituário com respectivas numerações de anotação de responsabilidade técnica (ART), com a apuração de denúncias de infração ética, cometidas por profissionais – vinculados a instituição – na emissão do receituário agronômico e também com a divulgação das ações.

O Conselho deve dar prioridade aos procedimentos relacionados ao termo, especialmente no que se refere ao exercício ilegal da profissão ficando também responsável por receber, por intermédio de seus órgãos auxiliares, informações e documentos que possam subsidiar a instrução dos seus processos, e ceder espaço para realização de cursos, palestras, seminários e reuniões.

Além dos relatórios periódicos enviados entre as instituições, a Comissão Estadual de Agrotóxicos será mantida a par das ações relativas ao termo.

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Chamar a atenção das pessoas sobre a necessidade de combate à corrupção e maior participação do povo no controle das ações de governantes, parlamentares e gestores. Com esses objetivos, o Governo do Estado, a Fundesporte e a Rede de Controle da Gestão Pública de MS realizam, no dia 11 de dezembro, a 1ª Corrida MS Contra a Corrupção.

O percurso de 7km começa em frente ao Parque das Nações Indigenas, na entrada do Museu Dom Bosco, e segue em direção e pelas ruas do Parque dos Poderes. Também está prevista uma caminhada de 5km, ambos com início às 7h30.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site centraldacorrida.com.br até 5/12 ou enquanto durarem as vagas. Inicialmente foram disponibilizadas mil inscrições para a corrida e mil para a caminhada. Os inscritos devem levar 2kg de alimentos não-perecíveis no ato de retirada do kit no Albano Franco (de 9 a 10/12, das 15h às 20h, no estande da Fundesporte).

“Esperamos a participação maciça do sul- mato-grossense nesse evento. Queremos nos reunir para mostrar que não aceitamos e combatemos todo tipo de corrupção, que estamos atentos, fiscalizando e trabalhando pautados pela ética. O esporte tem importante papel na cidadania, tem poder mobilizador e é isso que objetivamos, ajudar a mobilizar o povo”, disse o diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Miranda.

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