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Redação Douranews

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O prefeito Murilo Zauith (PSB) participou, na manhã desta terça-feira (13), juntamente com o secretário municipal do Meio Ambiente, Upiran Jorge Gonçalves, do ato de assinatura de cooperação técnica para implantação de um laboratório de última geração que vai monitorar águas em Mato Grosso do Sul.

A implantação do laboratório (construção e aquisição de equipamentos) será feita por uma parceria entre a Prefeitura de Dourados, através do Imam (Instituto do Meio Ambiente), a Embrapa Agropecuária Oeste, MPF (Ministério Público Federal), MPE/MS (Ministério Público Estadual) de Mato Grosso do Sul, MPT (Ministério Público do Trabalho) por dez anos, com renovação a cada dois anos mediante a apresentação dos resultados da Embrapa. O objetivo do laboratório é fazer análise e monitoramento de resíduos de agrotóxicos em águas superficiais das bacias hidrográficas dos rios Ivinhema, Dourados e Amambai, na região Sul do Estado.

O chefe da Embrapa, Guilherme Asmus Lafourcade, o procurador da República, Marco Antônio Delfino de Almeida; o promotor representando o MPE/MS, Amilcar Araujo Carneiro; Jeferson Pereira, do MPT; e o vereador Idenor Machado (PSDB), presidente da Câmara de Dourados, participaram do ato.

O prefeito Murilo avaliou a importância do projeto para Dourados e Mato Grosso do Sul e agradeceu a parceria das instituições, elogiando o empenho do chefe do Imam, Upiran Jorge pela iniciativa do projeto, que vai beneficiar a população de todo o Estado.

Ele lembrou que desde que assumiu a Prefeitura, uma das prioridades foi estruturar o Imam para assumir as responsabilidades ambientais. Murilo também elogiou a Embrapa, lembrando que é umas das instituições brasileiras que mais tem orgulho. Ele lembra que quando ocupou uma cadeira na Câmara Federal sempre enalteceu duas instituições: a Embrapa e a Fiocruz. “Quando era deputado sempre enalteci essas duas instituições que trabalham com pesquisadores em laboratórios despercebidos no sentido de melhorar a vida das pessoas”, disse.

Murilo agradeceu a parceria, que certamente, vai resultar em qualidade de vida para a população de Mato Grosso do Sul. “Tenho maior respeito por todos os pesquisadores e a todos vocês que assinaram o termo de cooperação e assim continuarmos trabalhando como homens públicos que têm responsabilidade com a população”, agradeceu.

O chefe da Embrapa, Guilherme Asmus ressaltou não apenas a importância da assinatura dos termos técnicos e o aporte financeiro que cada instituição vai colaborar para implantação do laboratório, mas a convergência de propósitos, a articulação das instituições para um propósito tão nobre. “É de extrema importância essa articulação de propósitos nobres que vai subsidiar políticas públicas em favor da saúde da população sul-mato-grossense”, disse.

Laboratório

O projeto do Laboratório que será implantado na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados, é dividido em fases, sendo que a primeira fase, o monitoramento de resíduos de pesticidas será realizado nas três bacias hidrográficas. A expectativa é que em 2017 comecem as obras.

A Prefeitura, através do Imam, vai participar com um aporte de R$ 606.027,82 para construir o laboratório. O restante será divido entre as outras instituições que vão adquirir os equipamentos.

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A maioria dos passageiros que viaja de ônibus pelas estradas de Mato Grosso do Sul e do Brasil não costuma tomar uma medida simples que pode fazer grande diferença em caso de acidente: utilizar o cinto de segurança. Assim como acontece nas viagens de carro particular, esse é um cuidado que precisa se tornar hábito nas viagens de transporte coletivo, seja em ônibus, micro-ônibus ou vans. Para fazer esse alerta aos usuários, a Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos) lançou a campanha “Abrace essa ideia. #useocinto”.

Ao embarcar, cada passageiro deve conferir se o cinto de segurança de sua poltrona está colocado sobre o assento, disponível para uso. Essa é uma obrigação da empresa transportadora: manter o cinto em perfeitas condições e deixa-lo visível, como um lembrete ao usuário.

Importante

Não é novidade que o cinto de segurança salva vidas. Em distâncias curtas ou longas, esse equipamento de proteção é tão essencial nos veículos de transporte público quanto é nos carros particulares. O cinto mantém o passageiro seguro em sua poltrona. Em caso de parada brusca, colisão, desvio repentino, ou em ocorrências mais graves, o fato de estar com o cinto afivelado pode fazer a diferença entre sair ileso, sofrer ferimento de menor ou de maior gravidade ou perder a vida.

Sem o cinto de segurança, o passageiro pode ser arremessado até para fora do ônibus. E mais: com o veículo em movimento, uma pessoa de 70 quilos, por exemplo, tem o corpo projetado para frente com o equivalente a um peso de 350 quilos.

Além do risco de se machucar gravemente, o passageiro sem cinto pode causar ferimento em outros passageiros em uma ocorrência de acidente. Por isso, a campanha da Agepan – que tem as parcerias do Governo do Estado, Procuradoria da República em Mato Grosso do Sul, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Polícia Rodoviária Federal, Observatório Nacional de Segurança Viária e concessionária CCR MSVia – reforça o alerta: “a segurança de cada um depende de todos”.

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Estudo da pesquisadora Lis Baptista revela a dinâmica do setor turístico na região da fronteira de Ponta Porã, no Brasil, com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero. A pesquisa, desenvolvida durante o período que Lis integrou Programa de Pós-Graduação – Mestrado em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos, oferecido pela unidade da UEMS de Ponta Porã, aponta, também, os desafios e as potencialidades que podem ser exploradas.

De acordo com Lis, “um dos desafios é a necessidade da qualificação profissional da mão-de-obra local além de potencializar a gestão da governança local”. A pesquisadora também apontou a necessidade de fomentar a cooperação entre os agentes do turismo, fortalecer a cultura local, e de divulgar a oferta turística a fim de elevar o tempo de permanência do turista na fronteira, bem como divulgar e promover a região como destino turístico.

“Temos um enorme potencial turístico, porém, enfrentar os desafios com o objetivo de corrigir as deficiências é o melhor caminho para que a fronteira obtenha ganhos com esta atividade econômica”, afirma a mestre.
A pesquisa foi desenvolvida desde o início de 2014 e integrou a dissertação apresentada em junho deste ano. A pesquisa quantitativa contou com a orientação da profa Claudia Sonaglio. Recentemente, Lis apresentou os resultados da pesquisa no 3° Seminário de Turismo da Fronteira, promovido pela Fecomércio-MS e Prefeitura de Ponta Porã e que foi realizado no Centro Internacional de Convenções de Ponta Porã.

Na oportunidade, apresentou e debateu temas relacionados à dinâmica do setor turístico em Ponta Porã. “Temos uma fronteira de oportunidades. Basta tratarmos o turismo com a seriedade que um negócio requer. Fazendo isso teremos grandes oportunidades de promover desenvolvimento em nosso município”, destaca Lis.

A pesquisadora aponta como as principais potencialidades da região a singularidade da condição fronteiriça, o turismo histórico e cultural, turismo da natureza e de eventos. Também a presença de instituições de ensino e pesquisa, um parque tecnológico e uma instituição como o Convention & Visitors Bureau, instrumentos capazes de fomentar a atividade turística, consolidando todas estas modalidades, tal como já acontece hoje com o turismo de compras.

“Por ser uma região que contempla diferentes costumes, espaços sociais, representações e identidades culturais; uma fronteira marcada pelo maior conflito armado da história da América do Sul, uma região cultural que não possui divisas sociais, mas sim justaposição de trajetórias históricas, sociais, culturais e com autenticas características latino-americanas, a fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se constitui num local místico, repleto de riquezas e que instiga o imaginário dos não-fronteiriços, aqueles que nos visitam”, finaliza a egressa do programa de pós-graduação da UEMS de Ponta Porã.

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Pelo menos, duas chapas devem se inscrever para disputar a presidência da Câmara de Vereadores em Dourados, prevista para a manhã do dia 1 de janeiro, o domingo em que serão empossados os novos membros do Legislativo e a futura prefeita e o vice, em sessão solene. Até o começo da semana passada, era praticamente certa a formação de uma única chapa, mas a partir da diplomação, ocorrida na tarde desta segunda-feira (12), o clima mudou.

“Não dá pra deixar correr assim do jeito que eles [o grupo de apoio à prefeita eleita] querem, nós temos oito votos e podemos, sim, entrar na disputa com chances reais de fazer um bom enfrentamento”, disse ao Douranews um vereador reeleito no dia 2 de outubro, com o diploma que lhe garante o novo mandato, ao sair do cartório da 43ª. Zona Eleitoral. “Só falta a gente definir um nome que agregue o grupo e possa atrair, até, alguns do lado de lá”, completou o parlamentar.

Até segunda-feira (5) passada, pelos corredores da Câmara era dada como certa a formação de uma chapa, encabeçada pelo vereador de primeiro mandato, o ex-prefeito por duas vezes e ex-vice-governador Braz Melo, do PSC, que participou da coligação que elegeu a prefeita Délia Razuk no PR. Apoiadores da candidatura do ex-prefeito diziam que a prefeita eleita já tinha contabilizados dez votos, o suficiente para garantir a vitória de Braz, que vai comandar a sessão de escolha do novo presidente, no primeiro dia de 2017, por ser o mais idoso entre os eleitos.

O outro grupo que se apresentou, e agora mais animado depois da confirmação de todos os eleitos a partir da diplomação promovida, de forma aleatória, pelo juiz Jonas Hass, da 43ª. Zona Eleitoral, reúne vereadores reeleitos pelas chapas que apoiaram as candidaturas derrotadas de Geraldo Resende e de Renato Câmara para a Prefeitura e conta, ainda, com alguns avulsos, eleitos por partidos de coligações proporcionais menores. “Temos oito, contra os dez que eles falam que tem, aí com mais um para fechar os 19 da casa já dá pra começar uma boa disputa”, aposta, otimista, o vereador reeleito que participa das articulações dessa segunda opção de comando para a Câmara.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, pediu nesta segunda-feira (12) que o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) julgue a decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou a instalação de uma comissão destinada a analisar o impeachment do presidente da República, Michel Temer. A decisão do ministro foi tomada há oito meses, mas até o momento os líderes partidários não indicaram os representantes da comissão. Na semana passada, Marco Aurélio enviou um ofício a Rodrigo Maia para questionar a falta de instalação da comissão.

Em petição enviada ao Supremo, Maia pediu rapidez na decisão da Corte. "Levando em conta o elevado ônus institucional acarretado pela instauração de procedimento destinado a autorizar a abertura de processo de impeachment em desfavor do presidente da República, e considerando que a medida liminar deferida completa oito meses de vigência, esta presidência solicita o apoio de Vossa Excelência, em havendo possibilidade, levar a matéria a julgamento do pleno desse tribunal até o encerramento deste ano judiciário ou, alternativamente, o mais brevemente possível", disse o presidente.

Em abril, o ministro determinou ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, abertura de processo de impeachment contra Temer, apresentado pelo advogado Mariel Marley Marra. Após a decisão, Cunha enviou ofício aos líderes partidários solicitando a indicação dos membros da comissão do impeachment de Temer, mas alguns partidos não indicaram os nomes e a comissão não foi instalada.

No primeiro recurso apresentado ao Supremo, os advogados da Câmara argumentaram que Temer, então vice-presidente, não pode ser responsabilizado pelos decretos que assinou sobre abertura de créditos suplementares. Segundo eles, Temer apenas deu continuidade às iniciativas da ex-presidente Dilma Rousseff, conforme publica a Agência Brasil.

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Por meio da cooperação de seus associados, a cooperativa Sicredi Centro-Sul MS apoiou a restauração da pintura das laterais externas do Edifício Adelina Rigotti, conhecido como “Prédio das Araras” em Dourados. A ação teve início em julho deste ano e envolveu todos os moradores, convidados a também contribuírem com este projeto. Para participar, bastava abrir ou aportar valores na Poupança Sicredi. E foi com a colaboração de todos que a cooperativa devolveu esta semana a pintura das araras e do papagaio à comunidade. Agora, o cartão postal de Dourados está revitalizado trazendo cor, alegria e dando um novo brilho ao centro do município. A restauração ficou a cargo do próprio autor da obra, Cleir Ávila, e contou com a parceria do condomínio do edifício, segundo divulga a assessoria do Sicredi.

O Edifício Adelina Rigotti foi construído em 1977 como o primeiro prédio comercial de Dourados e também o primeiro com mais de 10 andares. Referência no centro de Dourados, o Edifício abriga há 16 anos obras do artista plástico Cleir Ávila nas duas laterais do prédio. As pinturas já fazem parte do dia a dia e da cultura dos moradores, que deram inclusive um segundo nome ao edifício: “Prédio das Araras”.

Devido a ações do tempo, o papagaio e as araras estavam perdendo a cor e necessitando de restauração. E, justamente, pensando em se aproximar cada vez mais da comunidade em que está inserida, a Cooperativa Sicredi Centro-Sul MS apoiou a restauração da pintura das aves. De acordo com o síndico Mario Sergio de Oliveira, este era um sonho. “Há tempos gostaríamos de revitalizar as araras e estávamos buscando parceiros para nos fomentar, foi quando entramos em contato com a Cooperativa e surgiu esta grande parceria”, ressalta o síndico.

O autor da obra, Cleir Ávila, é reconhecido por retratar temas regionais e ecológicos, principalmente da natureza pantaneira, presente em quase todas suas artes. Ele possui inúmeros trabalhos espalhados pelo estado, como em Campo Grande, Corumbá, Três Lagoas, Bonito e Dourados. Para o artista plástico, foi muito gratificante revitalizar esta obra que fez em Dourados. “Trabalho muito com o tema de preservação da natureza e acredito que restaurar é pensar no futuro. A arte tem que ser preservada, mantida, é um patrimônio cultural e artístico que a cidade possui”, ressalta Cleir.

De acordo com o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, o objetivo da ação foi “mostrar aos douradenses que a cooperativa é uma instituição que se preocupa e investe na região, contribuindo com a revitalização de um dos pontos de referência mais conhecido do município”. A cooperação de todos mostrou, mais uma vez, segundo ele, que, “quando nos unimos em um mesmo propósito fazemos a diferença. Esta é a essência do cooperativismo”, enfatizou o presidente.

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Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (12) pelo jornal "Folha de S. Paulo", apontou que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto no primeiro turno das eleições de 2018. Veja o resultado, na repeecussão feita pelo portal G1:

Lula (PT): 25%
Marina Silva (Rede): 15%
Aécio Neves (PSDB): 11%
Jair Bolsonaro (PSC): 9%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Michel Temer (PMDB): 4%
Luciana Genro (Psol): 2%
Ronaldo Caiado (DEM): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Branco/nulo: 20%
Não sabe: 6%

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo e índice de confiança de 95%. O Datafolha ouviu 2.828 pessoas nos dias 7 e 8 de dezembro. Lula também lidera em outros três cenários de primeiro turno simulados pela pesquisa. Em um desses cenários a pesquisa acrescentou o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele fica com 8%. Marina tem 17% e Lula tem 26%. No cenário com o ministro das Relações Exteriores José Serra (PSDB), o tucano aparece com 9%. Marina com 16% e Lula com 25%.

Segundo turno

A ex-senadora Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e fundou o partido Rede Sustentabilidade, teve a liderança das intenções de voto em todos os cenários de segundo turno em que ela aparece.

Na disputa com Lula, Marina obteve 43% e o petista, 34%. Se o segundo turno fosse com Aécio, ela teria 47% e o tucano, segundo o Datafolha, 25%. Contra Alckmin, a ex-senadora teria 48% e o governador, 25%. Por fim, num eventual segundo turno contra Serra, Marina teria 47% e o rival teria 27%.

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Um condenado à morte tossiu e ficou ofegante por 13 minutos durante recente execução nos Estados Unidos, de acordo com testemunhas, em um incidente que reaviva as preocupações sobre o uso da injeção letal como meio de aplicar a pena capital. As informações são da Rádio França Internacional.

Ronald Smith, de 45 anos, foi condenado à morte pelo homicídio de um homem em uma loja de conveniência em 1994, no estado do Alabama. No total, a execução dele levou 34 minutos na noite de quinta-feira (8). Durante 13 minutos, Smith aparentemente lutava para respirar, de acordo com um jornalista presente, como reproduz a Agência Brasil.

"Uma autópsia será realizada para determinar se houve irregularidades no procedimento", afirmou o diretor de prisões do Alabama, Jefferson Dunn. Segundo seu porta-voz, o departamento seguiu o protocolo de execuções estipulados por lei. "No início da execução, Smith, com os olhos fechados, tossiu, mas em momento algum durante a execução houve evidência observacional de que ele sofresse", afirmou o porta-voz.

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O prefeito Murilo Zauith (PSB) e o presidente do Imam (Instituto municipal do Meio Ambiente) participam, nesta terça-feira (13), às 9 horas, no auditório da Embrapa Agropecuária Oeste, do Ato Simbólico de assinatura do Projeto de Cooperação Técnica entre o MPF (Ministério Público Federal), o MPT (Ministério Público do Trabalho), MPE (Ministério Público do Estado) em parceria para viabilizar investimentos nos laboratórios da Embrapa de Dourados em favor da análise e monitoramento de resíduos de agrotóxicos em águas superficiais das bacias hidrográficas dos rios Ivinhema, Dourados e Amambai.

A construção desse laboratório será realizada em fases, através do projeto de cooperação técnica "Monitoramento dos Resíduos de Agrotóxicos em Águas Superficiais de Mato Grosso do Sul”. Segundo o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Rômulo Penna Scorza Júnior, coordenador técnico do projeto, a Embrapa, como uma empresa que tem como objetivo gerar tecnologias para a agricultura em benefício da sociedade brasileira, está sempre atenta a possíveis impactos ambientais dos atuais sistemas de produção.

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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, protocolou hoje (12), no STF (Supremo Tribunal Federal), a primeira denúncia derivada da Operação Lava Jato contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na denúncia, que envolve também o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), Renan é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por ter recebido, segundo o MPF (Ministério Público Federal), R$ 800 mil em propina do diretor comercial da companhia Serveng, Paulo Twiaschor. O executivo foi denunciado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

De acordo com Janot, o dinheiro foi repassado por meio de duas doações legais para a campanha política de 2010, ano em que Renan foi eleito senador pelo estado de Alagoas. O destino oficial do dinheiro foi o diretório nacional do PMDB, que então repassou as quantias de modo fracionado para as campanhas dos políticos, numa estratégia típica de lavagem de dinheiro, segundo a denúncia.

No entanto, para o procurador-geral da República, o objetivo real do repasse foi comprar a atuação política de Renan e Aníbal para que Paulo Roberto Costa fosse mantido na diretoria de Abastecimento da Petrobras. Em troca, o ex-executivo da estatal atuaria para favorecer a Serveng em licitações.

Na denúncia, Janot ressalta que o apoio do PMDB a Paulo Roberto Costa foi confirmado nas delações premiadas do senador cassado Delcídio do Amaral, do operador financeiro Fernando Soares (o Baiano) e do doleiro Alberto Yousseff. Janot pede que Renan e Aníbal devolvam R$ 1,6 milhões aos cofres públicos, a título de reparação material e de “danos transindividuais causados”.

A denúncia resultou na abertura do 11º inquérito contra Renan Calheiros no STF, oito deles derivados das investigações da Lava Jato. Desde o início do mês, o senador se tornou réu no Supremo, acusado de peculato em uma ação penal não relacionada aos desvios na Petrobras, segundo publica a Agência Brasil.

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