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Redação Douranews

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O município de Três Lagoas acaba de ser presenteado com o Novo Sesi, uma estrutura de 15 mil m² construída para oferecer ensino básico e atendimento empresarial à população local. A solenidade de inauguração foi realizada nesta quinta-feira (17/11) com as presenças do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, do presidente da Fiems, Sérgio Longen, e do governador Reinaldo Azambuja.

Durante pronunciamento, Robson Braga destacou a representatividade do Sesi em nível nacional e elogiou o trabalho desenvolvido pela Fiems no Estado. “Federações de outros Estados costumam demonstrar surpresa com a quantidade de recursos destinados a Mato Grosso do Sul. E eu sempre faço questão de ressaltar que a Fiems só atrai tanto investimento porque apresenta projetos de altíssima qualidade e é extremamente competente no desenvolvimento deles”, destacou, referindo-se ao investimento de R$ 37 milhões, incluindo estrutura física e mobiliário.

Ainda de acordo com o presidente da CNI, o Sesi desempenhará no município o mesmo papel de protagonismo educacional que desempenha no restante do país. “Só a educação é capaz de fazer com que a nossa juventude possa contribuir, efetivamente, para a construção do Brasil que queremos, com trabalho, responsabilidade e dedicação. É isso que as escolas do Sesi proporcionam aos jovens pelo país afora”, frisou.

Para Sérgio Longen, o Novo Sesi de Três Lagoas é um dos principais marcos da atual gestão da Fiems e atende aos anseios dos empresários e da população da região, que sinalizavam a necessidade de uma obra como a que foi entregue. “Tenho muito orgulho de anunciar a conclusão do novo Sesi, que vai oferecer aquilo que o empresário precisa para se manter e aquilo que o Brasil precisa para crescer, que é educação”, declarou.

O presidente da Fiems destacou ainda o porte da nova escola do Sesi, que triplicará o número de vagas oferecidas, chegando a 2,2 mil nos ensinos Infantil, Fundamental e Médio. “As escolas do Sesi atendem familiares de industriários, mas pelo menos 20% desse total será destinado à comunidade em geral. A indústria precisa de educação, de inovação, e é nessa direção que precisamos manter os investimentos”, pontuou.

Durante visita às instalações, o governador Reinaldo Azambuja pontuou a grandiosidade e a importância do investimento realizado, que oferecerá aos colaboradores e usuários as melhores condições de trabalho possíveis. “Isso só é possível porque CNI e Fiems trabalham sintonizadas em prol de um bem comum, que é trazer o desenvolvimento educacional e empresarial para o nosso Estado”, disse.

O superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, afirmou que a unidade inaugurada representa a força da indústria do município e trará uma série de benefícios para as comunidades do entorno. “Trata-se de uma escola de primeiro mundo e de uma estrutura especialmente criada para atender o setor empresarial no que diz respeito à qualificação e treinamentos de Saúde e Segurança no Trabalho. Hoje o Sesi marca a região de Três Lagoas como uma das maiores instituições atuando em prol do desenvolvimento industrial local”.

A prefeita de Três Lagoas, Márcia Moura, e o prefeito eleito Ângelo Guerreiro também centraram os discursos na importância da educação para o desenvolvimento do município. “A construção do novo Sesi foi o passo mais correto que poderíamos ter dado em direção a um futuro glorioso para Três Lagoas”, declarou Márcia Moura.

Já Ângelo Guerreiro fez questão de destacar o contato que mantém com a diretoria da Fiems em busca de parcerias para o fomento à competitividade das empresas locais. “Essa parceria voltada para a qualificação da mão-de-obra possibilitará aos três-lagoenses um salário mais digno, que resulta em benefícios para toda a cidade”, falou.

ISI Biomassa

O Instituto Senai de Inovação em Biomassa (ISI Biomassa) está sendo construído ao lado do Novo Sesi de Três Lagoas e, segundo Sérgio Longen, será inaugurado em março de 2017. “Ele atenderá demandas vindas do país inteiro no tocante à energia, com diversos convênios já firmados. É mais um marco para a minha gestão à frente da Fiems e será mais um diferencial para o município e para o Estado”, avisou.

Com investimentos de R$ 23,4 milhões, o ISI Biomassa permitirá a atualização e a qualificação dos pesquisadores para gerar conhecimento e desenvolver tecnologias inovadoras que atendam às necessidades atuais e futuras da indústria. Com atuação transversal no campo da biomassa, o Instituto pretende atender a todos os setores da indústria e às demandas específicas de cada região do País em áreas como energias renováveis, cosméticos, fármacos e fármacos veterinários, alimentos para animais com combinação de biomassa para rações, química fina e resíduos industriais.

O diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero, ressaltou que a entrega do ISI Biomassa vai trazer a possibilidade de maior atuação ao Instituto, ainda que, embora ainda não tenha sido inaugurada, a equipe já está constituída e atuando. “Nós estamos com 13 projetos em execução, desenvolvidos em parceria com outros institutos e universidades. A partir do momento que a nossa estrutura estiver pronta, então a equipe migra para Três Lagoas e isso vai representar um potencial enorme para mais projetos e exercer numa condição ideal as atividades de pesquisa”, pontuou.

A visão do Sindicato Rural de Três Lagoas é ser fonte confiável de informação, estruturação e representação do produtor rural. Pensando nisso, hoje, 17 de novembro, ocorreu uma qualificação que envolveu vários Sindicatos Rurais do Bolsão, em Três Lagoas. O presidente, Marco Garcia, abriu o evento e falou da busca pelo conhecimento. “Gostaria de agradecer a presença de todos que vieram de tão longe. Esse é o principal intuito do encontro, integrar e promover conhecimento”, reforça Garcia.

Técnicos do Imasul, juntamente com a equipe da Famasul, ajudaram nos preparativos desse evento. “Isso é possível, pois temos pessoas capacitadas que fazem acontecer. Poder orientar os outros sindicatos para se mobilizarem é o que estamos buscando fazer. Ficamos felizes quando temos a responsabilidade de orientar as outras pessoas. Temos que fazer o nosso papel”, finaliza o presidente do Sindicato de Três Lagoas, Marco Garcia.

Para a responsável pelas relações institucionais da Famasul, Ana Cecília de Freitas, “esse treinamento é resultado e uma parceria que tem se fortalecido com a Imasul. A proposta é trabalhar com os sindicatos rurais as informações e que eles possam ajudar outros e fortalecer as bases”, conclui.

Oito treinamentos estão previstos em Mato Grosso do Sul. Esse é o terceiro realizado no Estado. A primeira palestra foi com Elisabeth Arnalt, sobre Política Estadual de Recursos Hídricos e Outorga de Direito de Uso. Já a segunda palestra foi ministrada por Cleuza Maria Gomes Viana e o tema é sobre Outorga de Água.

A Fetems está convocando para esta sexta-feira (18) assembleia geral dos trabalhadores em educação de Mato Grosso do Sul, contra a MP (Medida Provisória) 746/2016, que trata sobre a Reforma do Ensino Médio. Na parte da manhã a partir das 9 horas. Acontece a Assembleia na sede da ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Básica) para debater questões relacionadas à Medida que trará sérios danos a qualidade do ensino público brasileiro, segundo a assessoria da entidade. No período da tarde, a partir da 13h30, haverá uma Audiência Pública, com o tema “Reforma do Ensino Médio – MP 746/2016”, na Assembleia Legislativa, provida pelo relator da MP no Senado, senador Pedro Chaves (PSC-MS), em parceria com o presidente da Casa de Leis, deputado Junior Mochi (PMDB). O Movimento Sindical da Educação terá 15 minutos de fala e será representado por um dirigente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), entidade nacional da qual a Fetems é filiada.

De acordo com o presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, representantes da direção da entidade, acompanhados de um técnico da CNTE (a Confederação nacional da categoria), já se reuniram com o senador proponente da Audiência Pública, segunda-feira (14), no escritório dele em Campo Grande, e deixaram claro e documentado o posicionamento da CNTE e da Federação estadual em relação à reforma considerada descabida proposta pelo Governo Temer no Ensino Médio.

“A reforma possui um vício incansável de origem, que é a ausência de debate social em torno de suas propostas, muitas das quais inéditas no cenário nacional. Essa MP tem inúmeros problemas, além de sequestrar o debate parlamentar sobre a reforma do ensino médio que vinha sendo feito através do PL 6.840/13”, afirma o presidente da Fetems, argumentando que não há base teórica para se retirar filosofia, sociologia, artes e educação física do currículo do ensino médio.

“Todas são disciplinas importantes para a formação pessoal e cidadã dos estudantes, e o correto é mantê-las na parte geral de conhecimentos, podendo algumas ser aprofundadas em áreas específicas, mas o debate deve ser amplo e irrestrito com os movimentos organizados da educação e a comunidade escolar. Não podemos permitir a segregação socioeducacional, que confina a educação dos filhos da classe trabalhadora à educação profissional restritiva de conhecimentos”, disse.

Comentário

Na sessão de quinta-feira (10), o vereador Elias Ishy (PT) encaminha diversos requerimentos e indicações. Dentre elas, uma em que solicita à Prefeitura de Dourados e à Semed que sejam realizados serviços de manutenção do telhado e reforma do CEIM Ivo Benedito Carneiro, no Jardim Monte Líbano.

O mandato de Ishy verificou in loco, dias atrás, as péssimas condições da estrutura física do referido CEIM, com infiltrações e entrada de água pelo telhado nos períodos de chuva, o que tem provocado transtornos aos funcionários e colocado em risco a segurança das crianças.

Este é um problema antigo, denunciado diversas vezes, inclusive ao Ministério Público, que cobrou ações da Prefeitura, mas esta fez apenas intervenções na pintura, ao invés de resolver o problema mais grave das infiltrações.

Ao longo do mandato, Ishy tem cobrado que sejam realizadas vistorias e manutenções sejam periodicamente nos equipamentos públicos, como escolas, Ceims, postos de saúde e outros.

Comentário

A Polícia Militar Rodoviária divulgou nesta quarta-feira (16) o resultado da operação “Proclamação da República”, realizada pelo 14° Batalhão entre os dias 11 e 15 de novembro de 2016, em todas as rodovias de Mato Grosso do Sul.

De acordo  com a PRE durante o feriado prolongado foram registrados 6 acidentes de trânsito, sendo 4 deles com vítimas, o que representa uma redução de 66% nos acidentes com vítimas, em comparação ao mesmo período de 2015 e um aumento de 40% nos veículos abordados.

Durante a operação que teve como foco a repressão das violações das leis de trânsito, foram abordados 2.454 veículos, expedidas 234 notificações, recolhidos 80 documentos, apreendidos 9 veículos e recuperados outros 3 que haviam sido roubados ou furtados.

Na operação Proclamação da República também foram apreendidos mais de 750 quilos de maconha e pequenas quantidades de outras drogas como crack, pasta base e cocaína.

Receberam atenção especial as estradas que dão acesso a cidades turísticas da região de Bonito e Corumbá, bem como, aquelas localizadas ao longo da faixa de fronteira. Nas fiscalizações os agentes utilizaram radares portáteis, com o objetivo de controlar os pontos críticos.

Comentário

O superintendente de Políticas para a Educação da Secretaria de Estado de Educação (SED), Waldir Leonel, lidera uma equipe com representantes da Educação de todo o Brasil em um intercâmbio de 10 dias nos Estados Unidos. A equipe é formada por gestores da área dos 26 estados e do Distrito Federal e viaja para conhecer as experiências exitosas nas escolas americanas.

O grupo já está nos EUA e formado por vencedores do Prêmio Gestão Escolar, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). O prêmio avalia projetos inovadores e gestões competentes na educação básica do ensino público brasileiro. O vencedor que representa Mato Grosso do Sul na excursão é o diretor da Escola Estadual Frei João Damasceno, de Caarapó, Nei Geller.

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Diretor Neri Geller, vencedor do Prêmio Gestão Escolar em MS e integrante da excursão

Com apoio da Unesco e da Embaixada dos Estados Unidos, o grupo iniciou a viagem por Washington, onde conhece as políticas públicas de educação do Departamento de Educação dos Estados Unidos, que equivale ao nosso Ministério da Educação (MEC), e as estatística que embasam os relatórios anuais do National Center for Education Statistics (NCES), semelhante ao nosso Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Ainda em Washington, os gestores foram apresentados à experiência do tronco comum da estrutura curricular em nível estadual para construção da Base Nacional Curricular a partir de apenas duas disciplinas: Matemática e Inglês.

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Sup. Waldir Leonel, com diretora de iniciativas Estratégicas do Center, Sammy Magnuson/EUA

“Conhecer as bases da educação de um país nas proporções dos Estados Unidos está sendo uma experiência única”, avalia Leonel, escolhido para representar o Consed no intercâmbio. Até o dia 23, os gestores se dividem em três grupos com destinos diferentes e, antes de voltar ao Brasil, se juntam em Nova Iorque para conhecer as particularidades educacionais daquele estado. Nesta quarta-feira, parte do grupo cumpre agenda em Minneapolis. “Esperamos que eles tragam conhecimentos e iniciativas que possam contribuir com a educação brasileira”, espera a secretária da SED, Maria Cecília Amêndola da Motta.

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Grupo de gestores, na embaixada americana, em Brasília.

A convite da embaixada americana, antes de embarcar os gestores cumpriram agenda em Brasília, onde participaram de palestras na Casa Thomas Jefferson. Também conheceram o movimento Maker, que estimula o aprendizado por meio do fazer, e o Programa Globe, uma parceria com a Agência Espacial Americana (NASA) que busca promover o ensino prático para a difusão da ciência, estimulando a educação ambiental e a descoberta científica.

Comentário

Os municípios de Mato Grosso do Sul que desenvolvem ações de sustentabilidade por meio da preservação ambiental receberam do governo do Estado, de janeiro a setembro de 2016, um incentivo financeiro avaliado em R$ 54 milhões . O recurso é proveniente do ICMS ecológico (ICMS-E). Em 2015, o governo repassou um total de R$ 69,7 milhões. O cálculo é feito por meio da Secretaria de de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade) em parceria com a Secretaria de Fazenda (Sefaz).

Mato Grosso do Sul foi o segundo estado do Brasil a aderir ao ICMS ecológico. Dos 25% do ICMS destinados aos municípios, 7% são divididos igualitariamente entre os municípios; 5% em função da extensão territorial; 5% devido ao número de eleitores; 3% conforme o índice resultante do percentual da receita própria e, por fim, 5% o critério ambiental, a ser dividido entre os municípios que tenham parte de seu território integrando terras indígenas homologadas, unidade de conservação da natureza devidamente inscrita no Cadastro Estadual de Unidades de Conservação e, ainda, aos que possuam plano de gestão, sistema de coleta seletiva e disposição final de resíduos sólidos, devendo esta última, ser devidamente licenciada.

Conforme o titular da Semade, Jaime Verruck, a legislação criada em 2001 é de suma importância, uma vez que dá ao município uma sinalização e estimula a preservação, fazendo com que, ao cumprir as regras, esse dinheiro seja distribuído levando melhorias financeiras e principalmente de qualidade de vida à população.

“O ICMS ecológico é divido em dois componentes que são unidade de conservação e terras indígenas, e o recentemente incluído: resíduos sólidos. No componente unidade de conservação é avaliado o tamanho da área protegida frente ao tamanho do município e a proporção. Além disso, existe uma pontuação qualitativa que é a gestão: se ele faz combate ao incêndio, se tem plano de manejo, entre outros. E Alcinópolis é muito bom nisso: tem tamanho de área, gestão e ação de resíduos sólidos, compondo nos dois índices. São medidas que auxiliam financeiramente as prefeituras e em contrapartida levam uma melhor qualidade de vida para a comunidade local”, ressaltou Verruck.

Alcinópolis vem recebendo uma média de R$ 600 mil por mês, tendo acumulado de janeiro a setembro de 2016 R$ 5,7 milhões. Em seguida aparece Jateí com R$ 5,4 milhões no mesmo período e Taquarussu com R$ 5,1 milhões. Entre os maiores municípios de MS aparecem em 2016 Campo Grande com R$ 542,5 mil, Dourados R$ 326,6 mil e Três Lagoas R$ 591,7 mil. Para as cidades turísticas os valores foram: Corumbá R$ 1,3 milhão, Bonito R$ 3,2 milhões e Jardim com pouco mais de R$ 1 milhão.

Gestores e equipes recebem qualificação

O secretário explica que as prefeituras recebem qualificação por meio de workshops, oferecidos pelo governo. “Nós oferecemos no ano passado em todas as edições da Rota do Desenvolvimento, falamos com os prefeito eleitos em relação a isso e vamos ter logo no início do ano um workshop para explicar às equipes das prefeituras como é a questão do ICMS ecológico, como é calculada a pontuação, qual a estrutura documental analisada pelo órgão ambiental, enfim. Então, é preciso que as prefeituras tomem consciência de ter, senão uma secretaria ou gerência de meio ambiente, pelo menos uma equipe com estrutura mínima para tratar do assunto”, afirmou.

Atualmente, salvo 11 municípios que tem o processo de descentralização de licenciamento ambiental, poucas prefeituras possuem esse quadro. Verruck destaca que hoje é necessária uma estrutura mínima ambiental inclusive na busca de recursos em outras áreas. “Para obras de saneamento, fazer pontes, enfim, temos alertado a todos”, frisa o secretário.

Processo inicia em fevereiro

Todo o processo para aderir ao ICMS ecológico tem início em fevereiro e segue até junho. No início do ano são publicadas todas as datas. Até o dia 28 de fevereiro devem ser entregues a documentação de resíduos sólidos e 31 de março das unidades de conservação. De acordo com o gerente de Unidades de Conservação, Leonardo Tostes Palma, existe no Imasul uma unidade de ICMS ecológico e por isso há a possibilidade de durante o ano todo trabalhar as unidades de cadastro.

“Hoje o que mais pontua são as unidades de conservação e terras indígenas homologadas, com 7/10. Na parte de resíduos sólidos são três itens: aterro sanitário licenciado, coleta seletiva e o plano de gestão de resíduos sólidos; cada um vale um ponto sendo os outros 3/10 complementares. Caso haja alguma incorreção, nossas equipes vão a campo conferir e sanar as dúvidas”, informou Tostes.

Em 2017, 63 municípios estão habilitados

Apesar de em 2016 um total de 71 municípios terem recebido o incentivo, em 2017 a quantidade será de 63. Segundo o secretário Jaime Verruck, mesmo com todo o suporte, alguns municípios não conseguiram avançar. Apesar disso, não há suspensão das unidades de conservação, apenas perdem pontos. A lista completa com está publicada no Diário Oficial de 27 de outubro. Jatei ficou com o principal índice, seguido de Alcinópolis.

“Nós fazemos um trabalho bastante completo, com oficinas, apresentações, explicação do edital, prazos para documentação, tempo para ingresso de recurso. Publicamos uma lista provisória e as cidades ainda tem mais prazo até a lista final. Então é um processo bastante democrático. O que notamos é que alguns municípios não conseguiram avançar, porque a participação deles depende de quanto vão se comprometer. Muitos ficam fora por uma questão qualitativa de não cumprimento das exigências. Agora estamos executando uma força tarefa em conjunto com o Tribunal de Contas e Ministério Público para ver como vamos ajudar esses gestores a resolver a questão”, disse o secretário.

Verruck declarou que hoje o grande problema dos municípios é a destinação de resíduos sólidos, para dar fim aos lixões. “Incluímos esse item porque entendemos que se pontuasse no ICMS ecológico iríamos estimular as prefeituras a dar início ao processo, de forma que receba o recurso para compensar o investimento que estão fazendo. E comprovamos que a medida foi salutar. Vamos repetir para o próximo ano, para que os prefeitos continuem”, destacou.

Futuro: redução na emissão de gases

O aprimoramento do ICMS ecológico, segundo Verruck, deve passar pelo acordo de Paris, com a redução da emissão de gases de carbono. “Na minha percepção, esse será o futuro: realizar o inventário de carbono de todos os municípios, para ver como fazer a mitigação disso. Também observar as áreas degradadas e ver como recuperá-las. A ideia cria um impacto muito positivo, com qualidade de vida para a população por meio de um impacto ambiental sustentável, aliado ao investimento financeiro”, finalizou o secretário.

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O governador Reinaldo Azambuja publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (17), a Lei n º 4.936, de 16 de novembro de 2016, que declara como patrimônio histórico e cultural do MS o Festival Anual da Rapadura da comunidade quilombola de Furnas do Dionísio. A festa conta com apresentações de danças típicas, como Catira, Dança do Engenho Novo e capoeira. Atualmente a comunidade é formada por cerca de 130 famílias.

De acordo com o documento, fica da mesma forma declarada como patrimônio histórico e cultural a rapadura artesanal produzida na Associação de Pequenos Produtores Rurais de Furnas do Dionísio. A associação comercializa ainda produtos artesanais e comidas típicas como açúcar mascavo, melado, farinha de mandioca, polvilho e doces.

Governo incentiva produção

O Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER), integra um projeto de venda do trabalho artesanal de produção de farinha de mandioca e rapadura nos principais supermercados de MS. A ideia surgiu para agregar valor aos produtos, melhorando a renda dos produtores e trazendo desenvolvimento para aquela comunidade. São parceiros a Agência de Inovação S-Inova, Fundação Tuiuiú da Universidade Católica Dom Bosco, concessionária de energia do Estado (Energisa).

Furnas

O quilombo Furnas do Dionísio foi reconhecido oficialmente pelo Incra como comunidade quilombola em 24 de abril de 2009. Localizado no município de Jaraguari, ocupa uma área de 1.018,2796 hectares e está a aproximadamente 35 Km ao norte de Campo Grande.

A comunidade Furnas de Dionísio foi fundada em 1890, após a abolição da escravatura, decretada em 1888. O “seu” Dionísio Antônio Vieira e sua família, vindos de Minas Gerais, levantaram a primeira casa, feita de pau a pique, sapê e muita argila.

No início do século XX, o comércio era praticado no quilombo, com venda de produtos como querosene e sal. Devido a proximidade com a capital, o transporte era feito em animais ou carro de boi. Os produtos de Furnas de Dionísio tornaram-se famosos pela sua qualidade.

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Wagner Garcia dos Santos , de 43 anos, foi preso depois que os policiais encontraram 410 quilos de maconha no interior do veiculo Astra de cor prata em que ele seguia. A apreensão ocorreu por volta das 03h30 desta quinta-feira (17) na MS-178 em Bonito, a 257 quilômetros de Campo Grande.

Conforme boletim de ocorrência os agentes seguiam pela rodovia, próximo a fazenda “Vale da Prata” quando suspeitaram do veículo e deram sinal de parada. No entanto, o Wagner retornou pela via e tentou fugir, mas logo foi contido pelos militares.

Ao ser questionado sobre o porque teria tentado fugir, Wagner admitiu que estava transportando a droga. Ainda de acordo com o motorista ele teria pego a maconha em Bella Vista no Paraguai, para levá-la até Uberlândia, no estado de Minas Gerais.

Ele confessou que tanto a droga quanto o veículo eram dele. Wagner foi preso por tráfico de drogas e a droga encaminhada para delegacia de polícia civil na Cidade.

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Os investimentos na pecuária e seus resultados econômicos serão tema de debate na próxima segunda-feira (21). O evento que acontecerá no Sindicato Rural de Campo Grande deve receber cerca de 100 pecuaristas e técnicos do setor.

O pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Sergio Raposo de Medeiros, vai conduzir o debate durante a palestra “Limites da intensificação na pecuária”. O evento acontecerá no auditório do sindicato, a partir das 18h30.

Doutor em nutrição animal, Medeiros, apresentará exemplos de propriedades que investem de diversas formas, avaliando e interpretando os resultados dessas fazendas. Em seguida, pecuaristas de Campo Grande e região, poderão fazer apontamentos e questionar sobre o retorno dos seus investimentos realizados.

As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Para confirmar presença é necessário o envio de e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou via telefone (67) 3341-2151 em horário comercial.

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