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Redação Douranews

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A meteorologia prevê baixas temperaturas para todo Mato Grosso do Sul neste fim de semana. Já nesta sexta-feira (5) a região sul deve registrar temperaturas abaixo de 0°C, e há previsão de geada na madrugada de sábado (6), conforme o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Para Campo Grande a sexta será de chuva, e de baixa umidade do ar no período da tarde, com temperaturas entre 17°C e 8°C. Já Em Dourados os termômetros amanheceram registrando até 9ºC e devem registrar a máxima de 19°C ao longo do dia, enquanto Corumbá e Três Lagoas registram máxima de 24°C e mínima de 17°C, assim como Campo Grande.

Conforme o Inmet (Instituto nacional de meteorologia), o ponto alto da massa de ar frio no Estado será durante o fim de semana, com previsão de geadas fracas a moderadas no centro-sul de Mato Grosso do Sul. As condições climáticas apontam temperatura de -1°C em Ponta Porã, e 1°C em Amambai, Sete Quedas e Dourados.

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O Programa de Pós-graduação em História (PPGH) da UFGD levou para a Comunidade Quilombola Tia Eva, em Campo Grande, a banca de defesa da dissertação da mestranda Myleide Meneses de Oliveira Machado, realizada terça-feira (2), no Salão Comunitário, em uma sessão pública para os moradores e alunos. É a primeira vez que PPGH promove uma banca de mestrado no local. Com o tema “Comunidade Tia Eva: Bairro de Negros e Herança de Fé”, o trabalho foi um estudo de caso para compreender e historizar parte do processo de luta pela regularização fundiária do território da comunidade, analisando o período entre 1985 e 2008.

A banca, formada por Eudes Fernando Leite (orientador/UFGD), Cíntia Santos Diallo (UEMS) e Cláudia Regina Nichnig (UFGD), atendeu prontamente a sugestão de fazer a defesa da dissertação no local, pela importância de aproximar a academia com a comunidade, como uma forma de fortalecer e prestigiar o grupo. “As pesquisas acadêmicas diariamente produzidas nas universidades públicas são feitas para a sociedade e devem atender a ela, seja em qual for a área de conhecimento. Não concordamos com o distanciamento, que muitas vezes nos é imposto”, afirmou o professor doutor Eudes Fernando Leite.

Para Myleide Machado, que prefere ser chamada de Myla, a experiência oportunizou o entendimento e a visualização dos resultados da pesquisa. “Eu me senti muito honrada em dividir com cada um dos meus narradores e alunos a apresentação do meu trabalho, cuja metodologia é História Oral. Precisamos mostrar que o mundo da academia ‘tem de ser mais aberto e acessível’, tornando os personagens atuantes ativamente dentro de todo o processo. A intenção também foi mostrar que meu trabalho deve ter uma função política e social não só para a comunidade acadêmica, mas para todos os envolvidos na pesquisa, os movimentos sociais negros, os coletivos de mulheres negras e principalmente as instituições ligadas ao movimento quilombola”, defende a mestra.

A dissertação “Comunidade Tia Eva: Bairro de Negros e Herança de Fé” demonstra a necessidade de redimensionar os conceitos de identidade e territorialidade associando-os às interpelações com o espaço e a sociedade, trazendo elementos culturais que os identifiquem e oferecem o status de Comunidade Quilombola. De acordo com a pesquisa, o território somado às tradições e ao legado de fé deixado por Tia Eva são o que de melhor representa e traduz uma identidade étnica, requisito fundamental para reprodução da vida. “E na comunidade Tia Eva a posse legal da terra será decisiva para a permanência e continuidade da presença construída historicamente, riqueza que deve ser garantida como legado cultural para a cidade Campo Grande”, afirma Myla Machado.

Biblioteca comunitária

A pesquisa se utilizou também da inspiração em etinografia e isso ocasionou uma aproximação muito grande da pesquisadora com o grupo, sendo convidada a integrar o Grupo Mulheres Negras em Ação da Comunidade Tia Eva (GMUNE). As várias participações proporcionaram a observação e ensaios sobre a comunidade, inspirando o Projeto “Biblioteca Comunitária Filhas de Tia Eva”, que nasceu em uma das reuniões do grupo de mulheres negras na comunidade numa das tardes de sábado.

Ansiosas por trazerem para todos o hábito da leitura e a educação, deram início as doações de livros em parceria com a Associação de Descendentes (com a cedência do espaço) e contaram com apoio do Grupo de Pesquisa Luta pela Terra (da Faculdade de Direito da UFGD), liderado pelo professor Tiago Botelho, em Dourados.

Para que uma biblioteca comunitária possa emergir, é preciso uma mobilização coletiva de quem a deseja. Por isso, o grupo está planejando o lançamento de uma Vaquinha On-line para iniciar a arrecadação de fundos para a compra dos livros do acervo voltado principalmente para autores negros, oferecendo a total identificação com o público-alvo.

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (4), em evento em São Paulo acreditar que o texto da reforma da Previdência será aprovado na Câmara dos Deputados ainda antes do recesso parlamentar.

“Estamos tendo apoio. Apesar de tudo o que se diz por aí, a grande verdade é que [há apoio do] o presidente da Comissão Especial [Marcelo Ramos], o relator [Samuel Moreira], o presidente da Câmara dos deputados [Rodrigo Maia] e, principalmente da Câmara. Acredito que a Câmara vai aprovar ainda antes das férias. Acho que semana que vem isso vai ao Congresso”, falou ele, arrancando aplausos do público presente ao evento.

Em palestra a empresários, o ministro repetiu várias vezes que confia no Congresso brasileiro. Ele também voltou a defender o regime de capitalização, em que cada pessoa é responsável pela própria aposentadoria, dizendo que o regime de repartição, no qual os contribuintes rateiam o pagamento das alíquotas da previdência e as despesas com o pagamento dos benefícios, que é adotado no Brasil atualmente, “é insustentável”. “É uma bomba demográfica, ele vai explodir”, disse ele.

Para o ministro, a proposta que foi encaminhada pelo governo ao Congresso é potente para cobrir o rombo da previdência e levar ao próximo passo, que é a migração para o sistema de capitalização. “Esta reforma que mandamos é potente o suficiente para viabilizar o segundo passo que seria a transição para o regime de capitalização. Mas é uma coisa de cada vez. Primeiro movimento agora é conseguir uma potência fiscal, suficiente para tentarmos, lá na frente, fazer um esforço de migrar para o regime de capitalização”, disse, conforme repercutiu a Agência Brasil de notícias.

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Um casal foi preso nesta quinta-feira (4) suspeito de ter matado uma jovem, de 23 anos, em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá. Thais Mara dos Santos Gomes, de 23 anos, foi encontrada sem vida com uma faca cravada no braço. A filha dela, de 4 meses, estava viva ao lado do corpo da mãe.

Os suspeitos são a sogra da vítima, Marta Moraes Alves, de 50 anos, e o marido, Daniel Cirilo, sogro de Thais. Eles foram autuados por homicídio qualificado, interrogados e negaram o crime. A Polícia Civil apontou o casal como principal suspeito do assassinato, mas não divulgou o motivo do crime, de acordo com o G1.

A jovem estava deitada em um colchão e com uma faca cravada no braço. Ao lado do corpo de Thais estava a bebê, filha da vítima, sem ferimentos e com vida, conforme imagens obtidas de uma câmera instalada nas proximidades da residência da vítima, em que Cirilo – que aparentemente possui transtorno metal, foi visto saindo da casa.

O fato só foi descoberto porque o marido de Thaís, que é caminhoneiro e estava em viagem, tentou falar com a mulher e, não conseguindo, acionou um amigo e pediu para
verificar se havia algum problema na casa. A sogra teria acusado a vítima de não ser a mãe biológica do filho que teve com o marido caminhoneiro.

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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou emenda de autoria do senador Nelsinho Trad, que prevê o fortalecimento das instituições financeiras na fronteira, para ser incluída no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2020), atendendo solicitação das Forças Armadas “no sentido de evoluir e avançar o projeto do Sisfron (Sistema de Operações de Fronteira)", como justificou.

De acordo com o parlamentar sul-mato-grossense, o Sisfron é considerado um dos maiores projetos de segurança e defesa do mundo, com a missão de proteger 17 mil km de fronteiras de 10 países vizinhos. Recentemente, a convite do CMO (Comando Militar do Oeste), o senador Nelsinho Trad conheceu a estrutura do projeto piloto em Mato Grosso do Sul.

"Tem tecnologia de ponta com radares, sensores óticos, câmeras de longo alcance e pessoal, captando as informações em tempo real numa extensão de 650 km na fronteira sul do Estado, entre as cidades de Mundo Novo e Caracol. Esse projeto é fundamental para coibir os crimes fronteiriços", comentou o senador Nelsinho.

De 140 emendas apresentadas, segundo a CCJ, 92 destacaram no âmbito do Ministério da Justiça e da Segurança Pública e oito foram aprovadas para serem inseridas como prioridades e metas do Governo Federal. Uma delas é essa emenda do senador Nelsinho Trad. As indicações da CCJ serão agora analisadas pela CMO (Comissão Mista de Orçamento) do Congresso.

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A empresa responsável pela abertura de uma rede de esgoto na rua Joaquim Alves Taveira, onde recentemente foi feito o reperfilamento da camada asfáltica, já executou o serviço de reparos no local. O secretário de Planejamento, Carlos Dobes Vieira, explica que esta é uma postura que o Município está adotando no sentido de manter a malha viária em perfeitas condições.

“Toda nova intervenção que ocorrer em vias onde o asfalto for novo, vamos solicitar que o reparo seja feito em toda sua extensão. Vale tanto para empresas privadas, como neste caso, para estatais”, informou Dobes. “É a única forma de manter nossas ruas em boas condições”, disse, ao destacar o acordo firmado com a empreiteira.

A recuperação da camada asfáltica de algumas vias de Dourados, como as ruas Cuiabá, Monte Castelo e Joaquim Alves Taveira, faz parte de um projeto inovador da Prefeitura, por meio da Secretaria de Planejamento, no sentido de devolver a trafegabilidade em vias movimentadas da cidade, informou a assessoria de comunicação do Município

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A professora Verônica Rivas Dias lança em Dourados, sexta-feira (12) que vem, o livro que discorre sobre sua Experiência de Quase Morte (EQM) e como ela superou a depressão. "O Caminho da Superação", título da obra produzida pela professora, terá noite de autógrafos no espaço Vento Pantaneiro. O lançamento em Dourados tem um significado especial, pois Verônica é nascida na cidade. O evento no dia 12, depois de todo o doloroso processo por qual passou, marca o renascimento para a vida na terra natal da autora.

O livro de Verônica relata a trajetória de sofrimento com a depressão e enfrentamento, citando as ferramentas que usou para vencer essa doença silenciosa que está matando pessoas em todo o mundo, principalmente por meio do suicídio. Em função do espantoso avanço e falta de atenção à saúde mental, a depressão já é considerada a doença do século. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, os casos mais recentes e de maior repercussão foram os suicídios de policiais militares, inclusive um oficial de alta patente. Outra profissão bastante afetada com a doença é o magistério, onde existem dados alarmantes sobre afastamentos do trabalho e até morte, nos casos mais graves.

O livro

"O Caminho da Superação" é publicação que retrata a trajetória vencedora da menina pobre que saiu do interior e escolheu o magistério como base profissional e, no ápice da carreira, enfrentou a maior batalha: a luta pela vida. Verônica Rivas Dias entrou em crise existencial depois que já estava bem estabelecida na carreira. "Enfrentei momentos de depressão profunda, tive câncer de tireóide e AVC (Acidente Vascular Cerebral) hemorrágico provocado pelo rompimento de um aneurisma cerebral. Tudo aconteceu de forma sequencial. Acredito que esses acontecimentos servirão de inspiração e motivação para que outras pessoas que estejam enfrentando momentos difíceis de saúde, possam superar e transformar suas vidas", pondera a autora.

A professora conta que escreveu o livro "O Caminho da Superação" para compartilhar a trajetória de superação pessoal e profissional, que teria sido trágica se não tivesse tido imensa garra e fé para sobrepujar. "O objetivo maior desta obra é ajudar outras pessoas a refletirem sobre o sentido da vida, pois compreendi que a minha história poderá servir de inspiração e exemplo para que elas também transformem suas vidas, dando-lhes esperança de que a força para superarmos os momentos de dor, podem ser encontradas na mente", diz a professora.

O endereço do Vento Pantaneiro, local onde será lançado o livro, é na rua Hilda Bergo Duarte, 702, no centro de Dourados. A solenidade de lançamento ocorre a partir das 19h30.

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Um rapaz de 23 anos morreu e uma mulher e uma criança de 2 anos e 4 meses ficaram feridas em atentado no fim da manhã desta quinta-feira (4) na BR 163, em Itaquiraí. Segundo a PM (Polícia Militar) os três pertencem à família de Vilmar Fogaça da Silva, 43 anos, e do filho dele de 16 anos, Matheus José Fogaça Ribeiro, ambos executados a tiros no mês passado.

O jovem Lucas Alexandre Fogaça de Oliveira, que conduzia o Fiat Pálio, morreu no local do acidente, segundo o site TanaMídia Naviraí, depois de ter sido baleado na cabeça. A mulher, Gisele Fogaça da Silva, levou tiros no abdômen e braço e foi levada consciente para a Santa Casa de Naviraí, junto com a criança que teve duas perfurações na perna.

Os pistoleiros, segundo o tenente Neuri Roseni, do 12º Batalhão de Polícia Militar de Naviraí, estavam em uma caminhonete Toyota Hilux prata e aproveitaram o momento que o carro estava parado na rodovia para encostar e atirar. No trecho do crime, operários da CCR MSVia, a concessionaria da BR, fazia a operação ‘pare e siga’ por causa de obras. “Fugiram do local em seguida. Ainda estamos em diligências”, disse o tenente, conforme repercutiu o CampoGrandeNews.

Matheus foi morto no dia 21, com tiros de pistola 9mm em uma estrada rural próximo a região do rio Tormenta, em Três Barras, no interior do Paraná. O assassinato do adolescente aconteceu oito dias depois da execução do pai Vilmari. A polícia já suspeitava de vingança, porque Matheus era procurado por matar Alyson de Melo Prudente, de 30 anos, assassinado em acerto de contas no dia 27 de maio deste ano, próximo a um assentamento de Itaquiraí.

Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negaram, por unanimidade, provimento ao recurso de redução de pena base em um caso de tentativa de homicídio qualificado ocorrido em Dourados.

De acordo com a acusação, em abril de 2018, no interior da Unei (Unidade de Internação Laranja Doce), em Dourados, o apelante, acompanhado de um adolescente, enforcou a vítima, identificada pelas iniciais S.S. de O., que não morreu. As agressões teriam ocorrido, segundo divulga a Corte, por motivo fútil, discussão anterior entre o réu, a vítima e um menor, inclusive onde a vítima foi chamada de ‘alcagueta’ pelo acusado.

Segundo os fatos, o acusado tentou asfixiar o menor infrator, usando do recurso de mais pessoas no interior do alojamento da unidade de internação, local com impossibilidade de fuga. O acusado, de acordo com os autos, identificado como L.L.M., apelou da sentença que o condenou à pena de 8 anos e 8 meses de reclusão, em regime fechado, pela infração cometida.

Quanto ao pedido de redução da pena-base, o relator do processo, O desembargador Luiz Gonzaga Mendes Marques ressaltou que o magistrado de 1º grau elevou a pena em 2 anos a mais que o mínimo legal devido ao caráter grave do crime de homicídio qualificado tentado e que a culpabilidade e reprovabilidade do caso estão concretas no caso em julgamento.

“A culpabilidade revela maior intensidade no modo de agir do agente. No caso, a reprovação da conduta como posta pelo magistrado sentenciante, é elemento concreto que enseja em elevação da pena-base, pelo que fica mantida como desfavorável ao réu”, recusando o pedido de redução da pena-base.

No pedido pela redução do patamar, foi levado em consideração o iter criminis percorrido, ou seja, maior será a diminuição quando mais distante ficar o agente da consumação, bem como menor será a diminuição quando mais se aproximar o agente da consumação do delito.

De acordo com o relator, neste caso “o perigo que o bem jurídico sofreu está explícito, diante das circunstâncias fático probatórias já observadas no processo, não se tem como aplicar o patamar máximo da diminuição porque o condenado se aproximou da consumação do delito, tanto que a vítima foi socorrida pelos agentes estaduais, em razão de terem ouvido gemidos, oportunidade em que aquela foi encontrada já com espuma na boca e respiração ofegante”. Assim, foi mantido o patamar de 1/3 aplicado na sentença, como reprovação ao crime praticado. (Com informações do portal do TJMS)

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A Câmara de Dourados realiza nesta quinta-feira (4), às 18h30, a 23ª sessão ordinária, última do semestre, antecipando o início do recesso parlamentar, de 8 a 21 de julho. Porém, mesmo durante o recesso, de acordo com a assessoria de imprensa da Casa, os departamentos vão funcionar normalmente em expediente das 7 às 13 horas. Nesta manhã nove vereadores participaram da reunião de pré-pauta.

Os vereadores receberam a advogada Lourdes Peres Benaduce, da PGM (Procuradoria Geral do Município) para esclarecer detalhes sobre o PLC (Projeto de Lei Complementar) encaminhado pela prefeita Délia Razuk alterando dispositivo da Lei Complementar 310/2016, que instituiu o PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração) dos servidores da Administração Geral e que prevê a extinção de 430 cargos.

Conforme Benaduce, a intenção é que a administração possa trabalhar com a terceirização dos serviços gerais, sem alteração salarial. “Mantemos o que temos lotados, 395 cargos efetivos, e trabalharemos com a extinção dos demais cargos como de ‘auxiliar de manutenção indígena’", justificou para acrescentar que a realização de um concurso público nesse sentido se torna  inviável, "muito mais pelo desvio de função" já que, segundo a procuradora, a atividade "é uma função cansativa, as pessoas adoecem". Tanto que, observou, "estamos sem serviço de limpeza, está defasado, precisamos iniciar o processo de licitação”, explicou.

O vereador Sergio Nogueira (PSDB) indagou o projeto que prevê a extinção de 430 cargos. “Todos esses cargos estão vinculados à reserva indígena, o que irá prejudicar, em tese, as pessoas que estão na aldeia, serão penalizados porque não haverá concurso para eles. Há de se convir que tem a questão da língua indígena, questões culturais que devem ser levadas em consideração. Acredito que, antes de votarmos, a administração resolva o problema e faça constar no projeto, mesmo que por processo seletivo ou licitação, pessoas para vagas das etnias, que sejam contemplados nesses cargos", destacou.

O vereador Elias Ishy (PT) propôs ampliar o debate do PLC. “Temos que fazer uma melhor discussão, inclusive trazer a população indígena para ouvi-la”, enfatizou. O Projeto de Lei Complementar foi retirado de pauta e será discutido nos próximos dias.

Ainda durante a pré-pauta, o diretor de Arrecadação Tributária da Secretaria municipal de Fazenda, Cláudio Mattos, apresentou justificativas à mensagem encaminhada pelo Executivo ao projeto de criação do programa de nota premiada, uma forma de incentivo que a Prefeitura pretende estabelecer para motivar o contribuinte a exigir nota fiscal quando for realizar compras no comércio local e setores de prestação de serviços, visando aumentar a receita do Município.

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