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Redação Douranews

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O empresário industrial de Mato Grosso do Sul espera aumento na demanda por seus produtos nos próximos seis meses. É o que indicam 43,1% dos entrevistados no levantamento realizado pelo Radar Industrial da Fiems. De acordo com o economista Ezequiel Resende, 4,6% do setor prevê queda nesse mesmo período. “Já as empresas que acreditam que o nível de demanda se manterá estável responderam por 49,2% do total, enquanto 3,1% não apresentaram resposta”, informou.

Sobre o número de empregados, 18,5% das empresas responderam que esperam aumento nos próximos seis meses, enquanto 7,7% apontaram que esse número deve cair. “Além disso, 70,8% das empresas esperam manter o quadro de funcionários estável e, por fim, 3,1% não apresentaram resposta”, ressaltou.

O economista reforça que as exportações devem ter alta para 7,7% das empresas respondentes nos próximos seis meses, enquanto 1,5% acreditam que deva ocorrer queda. “As empresas que preveem estabilidade para suas exportações responderam por 18,5% do total e 69,2% disseram que não exportam, enquanto 3,1% não apresentaram resposta”, detalhou.

Sobre a intenção de investimento do empresário industrial, em janeiro o índice alcançou 59,7 pontos, indicando aumento de 5,9 pontos sobre o mês anterior. “Essa melhora foi garantida, principalmente, pela elevação de 6,8 pontos no total de empresas que provavelmente vão investir nos próximos seis meses. Por fim, o índice varia de 0 a 100 pontos, quanto maior o índice, maior é a intenção de investir”, explicou Ezequiel Resende.

ICEI

Em janeiro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial de Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) alcançou 70 pontos, o maior valor desde fevereiro de 2011, quando registrou 70,6 pontos. O ICEI encontra-se 12,4 pontos acima do registrado em janeiro do ano passado e 14,5 pontos acima da média histórica. “O aumento da confiança decorre, principalmente, pela melhora na avaliação das condições atuais”, explicou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.

Em janeiro, 7,7% dos respondentes consideraram que as condições atuais da economia brasileira pioraram, no caso da economia estadual, a piora foi apontada por 6,2% dos participantes e, com relação à própria empresa, as condições atuais também estão piores para 6,2% dos respondentes. “Além disso, para 49,2% dos empresários não houve alteração nas condições atuais da economia brasileira, sendo que em relação à economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 63,1% e, a respeito da própria empresa, o número chegou a 52,3%”, informou o economista.

Comentário

A produção industrial sul-mato-grossense alcançou em dezembro de 2018 o melhor resultado para o mês desde 2011, de acordo com a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto a 65 empresas no período de 7 a 17 de janeiro de 2019. Pelo levantamento, em dezembro, 62,5% das empresas industriais de Mato Grosso do Sul tiveram estabilidade ou crescimento da produção.

“O mês de dezembro é tradicionalmente marcado por uma redução no ritmo de atividade, ocasionada pelo fim das encomendas para o período de fim de ano. Contudo, essa desaceleração foi muito menor em 2018 com o índice de evolução da produção alcançando 47 pontos, resultado 6,9 pontos superior à média histórica para o mês de dezembro”, comentou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.

Ainda de acordo com ele, em dezembro, a ociosidade média na indústria sul-mato-grossense foi de 33%. “Somado a isso, o índice de utilização fechou o mês em 44,7 pontos. Resultados abaixo dos 50 pontos sinalizam que a utilização da capacidade instalada foi inferior ao que era esperado para o período. Por fim, a sondagem mostrou que, em dezembro, a utilização da capacidade instalada ficou abaixo do usual para 35,3% dos respondentes, igual ao usual para 47,7% e acima para 7,7%”, relatou.

Margem de lucro

As condições financeiras apresentaram pequena melhora, mas ainda seguem longe do ideal, já que, de um modo geral, os empresários industriais de Mato Grosso do Sul se mostraram insatisfeitos com a margem de lucro operacional de suas empresas no quarto trimestre de 2018, com o indicador alcançando 41,9 pontos. Comportamento semelhante foi verificado em relação às condições de acesso ao crédito e situação financeira geral da empresa, com os indicadores alcançando 39,8 e 45,6 pontos, respectivamente.

Em Mato Grosso do Sul, no quarto trimestre de 2018, 35,4% dos empresários industriais consideraram ruim a margem de lucro operacional obtida no período. Na mesma comparação, o acesso ao crédito foi considerado difícil por 26,1% dos empresários, enquanto 23,1% responderam não ter buscado crédito no trimestre, enquanto a situação financeira geral da empresa foi avaliada como ruim por 27,7% dos participantes, sendo que 41,6% responderam que teve aumento dos preços das matérias-primas utilizadas.

Além disso, conforme Ezequiel Resende, os empresários apontaram como as principais dificuldades enfrentadas no 4º trimestre de 2018 a elevada carga tributária, a falta ou alto custo da matéria prima, a falta ou alto custo de energia, a taxa de juros elevada e a demanda interna insuficiente e competição desleal (informalidade, contrabando e outros).

Comentário

A Câmara de Dourados aprovou na primeira sessão ordinária do ano, realizada na noite desta segunda-feira (4), o pedido para a abertura de Comissões Processantes visando apurar eventuais irregularidades cometidas e que podem resultar na cassação dos mandatos dos vereadores Idenor Machado (PSDB), Cirilo Ramão (MDB) e Pedro Pepa (DEM), além do suplente Dirceu Longhi (PT). Destes, apenas Idenor segue preso, agora na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), para onde foi levado na tarde desta segunda, depois de permanecer uns dias no 1º. Distrito Policial.

caba de acatar, por maioria dos vereadores, o pedido de instauração de Comissão Processante para cassar o mandato do vereador-afastado Idenor Machado (PSDB) acusado pelo Ministério Público Estadual de integrar um esquema de fraude em licitações no Poder Legislativo Municipal. A Câmara também acatou o pedido de cassação do mandato de Pedro Pepa (DEM), Cirilo Ramão (MDB) e Denize Portolann (PR). Os pedidos de cassação foram protocolados na manhã desta segunda-feira pelo, que pediu também a cassação do mandato do suplente Dirceu Longhi (PT).

Com o voto de 15 dos 19 vereadores da Casa, a abertura dos processos de cassação, atendendo pedido do Movimento Dourados Contra Corrupção, foi aprovada e em seguida instaladas as respectivas comissões. Os vereadores Toninho Cruz (PSB) e Marinisa Mizogushi (PSB), suplentes convocados para as vagas de Pedro Pepa e Mauricio Lemes, agora efetivado titular por conta da renúncia do mandato do deputado eleito Marçal Filho, e que entrou na suplência de Idenor, não votaram. E outros dois, Jânio Miguel e Júnior Rodrigues (ambos do PR), deixaram o plenário para não votar contra o ex-colega aliado do grupo de sustentação da prefeita Délia Razuk (PR) na Câmara.

Entretanto, no sorteio dos vereadores para compor a comissão que vai julgar as ações de Idenor enquanto membro do Poder, justamente Jânio Miguel e Junior Rodrigues, acabaram escolhidos como presidente e relator da Comissão Processante, respectivamente, enquanto o vereador Cido Medeiros (DEM) foi sorteado como membro da mesma comissão.

A Comissão Processante do vereador afastado Pedro Pepa terá como presidente o vereador Carlito do Gás (PEN) e como relator o vereador Jânio Miguel, e o terceiro integrante será o vereador Olavo Sul (Patriota). A Comissão Processante do vereador Cirilo Ramão (MDB) terá como presidente o vereador Alberto Alves (PR), o Bebeto, como relator o vereador Júnior Rodrigues (PR) e como membro o vereador Silas Zanatta (PPS), e, por último, a vereadora afastada Denize Portolann (PR) vai ser julgada por uma Comissão presidida por Romualdo Ramim (PDT), tendo como relator o vereador Maurício Lemes (PSB) e como membro o vereador Bebeto.

Todos os relatórios dessas comissões terão que ser, depois, apreciados pelo Plenário da Câmara, onde 15 membros já decidiram, nesta primeira sessão do ano, pela abertura das investigações.

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Terça, 05 Fevereiro 2019 07:19

Gás de cozinha amanhece o dia mais caro

O botijão de até 13 quilos do GLP (gás liquefeito de petróleo) para residências fica mais caro a partir desta terça-feira (5), informa o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo). O novo preço médio do produto, anunciado pela Petrobras, será de R$ 25,33.

No último ajuste, feito em novembro do ano passado, o preço determinado foi de R$ 25,07. O produto tem reajustes trimestrais, informou o sindicato das distribuidoras, acrescentando que esse novo aumento vai variar entre 0,5% e 1,4%, de acordo com o polo de suprimento.

O Sindigás calcula que o valor do GLP empresarial está 13,4% acima do GLP para embalagens até 13 quilos, conforme repercute a Agência Brasil de notícias.

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Sérgio de Arruda Quintiliano Neto, o ‘Minotauro’, foi preso na tarde desta segunda-feira (4) no Marina Beach Towers em Balneário Camboriú, por policiais federais da região catarinense de Itajaí.

Segundo o jornal diarinho.com.br, a Polícia Federal considera Minotauro como um dos supostos líderes de facção criminosa brasileira que agia no Paraguai.

Minotauro se preparava para assumir o controle do tráfico de drogas e de armas na divisa entre Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

Ele também é apontado como mandante de vários assassinatos, entre eles de um vereador e de um policial na região de fronteira, conforme repercute o site poranews.

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Em mensagem presidencial ao Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (4), na abertura dos trabalhos legislativos de 2019, que o grande impulso de um novo ambiente para o país virá com o projeto da nova Previdência. “Estamos concebendo uma proposta moderna e, ao mesmo tempo, fraterna, que conjuga o equilíbrio atuarial, com o amparo a quem mais precisa, separando “previdência” de “assistência”, ao tempo em que combate fraudes e privilégios”.

A mensagem foi lida no início oficial dos trabalhos legislativos, embora os deputados e senadores eleitos em outubro passado tenham tomado posse na sexta-feira (1) passada.

A nova Previdência proposta pelo governo, segundo a mensagem, vai materializar a esperança concreta de que os jovens possam sonhar com o futuro, por meio da Poupança Individual da Aposentadoria, um dos itens que estão sendo formulados.

“É uma iniciativa que procura elevar a taxa da poupança nacional, criando condições de aumentar os investimentos e o ritmo de crescimento. É um caminho consistente para liberar o país do capital internacional. Ao transformar a Previdência, começamos uma grande mudança no Brasil. A confiança sobe, os negócios fluem, o emprego aumenta. E eis que se inicia um círculo virtuoso na economia. Não tenham dúvida disso! Essa é uma tarefa do governo, do Parlamento e de todos os brasileiros”, diz o presidente Bolsonaro na mensagem, lida pela primeira-secretária da Mesa, deputada Soraya Santos (PR-RJ).

Crime organizado

Jair Bolsonaro disse no texto enviado aos parlamentares, que o governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. “Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena e nem medo de criminoso. A eles sejam dadas as garantias da lei e que tais leis sejam mais duras. Nosso governo já está trabalhando nessa direção”.

Segundo o presidente, as pessoas mais vulneráveis foram as que mais sofreram com a degradação da segurança. “Mulheres, crianças, pobres e negros eram objeto de discurso, mas não de políticas consistentes de proteção. Não vamos descansar enquanto o Brasil não for um país mais seguro, em que as pessoas possam viver em paz com suas famílias”, acrescentou.

O governo federal proporá ao Congresso Nacional que as organizações criminosas mais violentas em atuação no Brasil passem a ser identificadas e nomeadas em lei. A medida, defendida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, consta do Projeto de Lei Anticrime que o Palácio do Planalto enviará ao Congresso Nacional em breve.

Oportunidades

O presidente disse ainda que os primeiros passos para a mudança da realidade brasileira estão sendo dados, tanto no ambiente interno quanto no externo. “O Brasil volta a ser olhado pelo mundo como um lugar seguro para investir, repleto de oportunidades. E mais do que isso: nossos empreendedores começam a recuperar coragem para gerar emprego e renda. Os níveis de confiança melhoraram, a taxa de investimento parou de cair, os postos de trabalho voltaram a ser criados e a renda real das famílias começou a dar sinais de melhora”.

Parlamento responsável

Dirigindo-se aos congressistas, Bolsonaro disse que, como a imensa maioria dos brasileiros, rejeita as ditaduras, a opressão, o desrespeito aos direitos humanos. “Rejeitamos, também, os modelos que subjugam o Poder Legislativo e os demais Poderes, seja por corrupção, seja por ideologia, ou ambos. Rejeitamos, ainda, a perseguição à oposição, a quem pedimos apenas: respeito ao país e dignidade no exercício de seu legítimo papel”.

“Um país só é livre se livre é seu Parlamento. Se respeita e zela pela Constituição. E um país só é desenvolvido se o seu Parlamento tem responsabilidade com a evolução, com a transformação e com o progresso. É hora de evoluirmos juntos – política e institucionalmente. É o mínimo que cada um de nós, depositários da esperança, deve ao povo brasileiro”, afirmou o presidente.

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A Comissão de Consulta Prévia para a escolha de reitor e vice-reitor da UFGD, para o quadriênio 2019-2023, se reuniu sexta-feira (1) para estabelecer as normas e datas dos debates entre as chapas que têm prazo até nesta sexta (8) para se inscreverem. Há informações de que três grupos estão se mobilizando no sentido de disputar o comando da Universidade.

As datas fixadas pela Comissão para agendamento dos debates ficou assim definida: 19 de fevereiro, no Auditório Central da Unidade II, das 19 às 22 horas; 27 de fevereiro, no Auditório do HU, das 16 às 19 horas; 28 de fevereiro, no Cine-Auditório da Unidade I, das 19 às 22 horas e; 8 de março, no Auditório Central da Unidade II, das 7h30 às 11h30.

De acordo com o Regimento da Consulta Prévia, são elegíveis os docentes da carreira de Magistério Superior da UFGD, em efetivo exercício, posicionados na classe de Professor Titular ou Associado nível IV, ou que possuam título de Doutor (conforme os dispositivos da Lei 9.192, de 20 de dezembro de 1995), neste caso, independente do nível ou da classe ocupada.

A publicação da lista dos candidatos será divulgada no dia 15 de fevereiro e logo em seguida, de 16 de fevereiro a 10 de março, poderá ser promovida a campanha. Os eleitores participarão da Consulta Prévia em 12 de março e o resultado será entregue para o Colégio Eleitoral no dia 15 de março. Por sua vez, o Colégio Eleitoral se reunirá no máximo em até três dias úteis para apreciação e homologação dos resultados, bem como, a elaboração da lista tríplice, para o encaminhamento devido ao Ministério da Educação para nomeação.

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O MPF (Ministério Público Federal (MPF) em Dourados instaurou inquérito para averiguar supostos atos e improbidade administrativa que teriam sido cometidos pelo atual presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Franklimberg Ribeiro de Freitas. De origem indígena, ele retornou ao cargo em 17 de janeiro. A primeira gestão compreendeu o período de maio de 2017 a abril de 2018.

São alvos da mesma investigação Wallace Moreira Bastos, que presidiu a Funai de abril de 2018 a janeiro deste ano, e a ex-diretora de Proteção Territorial do órgão indigenista Azelene Inácio. A Diretoria de Proteção Territorial é responsável pela análise das demarcações indígenas no período de maio de 2017 a janeiro de 2019.

Em nota, o MPF informa que foram constatados indícios de que a Funai não constituiu grupos de trabalho nem elaborou estudos antropológicos que havia prometido por meio de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado com o MPF, em novembro de 2007. O acordo teria previsto ainda demarcações de terras indígenas no sul do Mato Grosso do Sul.

De acordo com o MPF, a abertura do inquérito ocorre após sucessivos descumprimentos, por parte da Funai, do trato combinado. A inexecução das tarefas determinadas pelo TAC levou a Procuradoria a ajuizar ação, em 2010, cobrando efetividade da fundação indigenista.

Segundo o MPF, o ajuizamento teve efeitos já no ano seguinte, quando a Justiça Federal determinou que a Funai entregasse os resultados esperados, dentro de um novo cronograma, que voltou a ser desrespeitado pela autarquia, como os seguintes, firmados em diversas audiências conciliatórias. No total, estima-se que o prejuízo aos cofres públicos tenha sido da ordem de R$ 3.484 milhões, valor que se acumulou com as multas diárias geradas pelo descumprimento do acordo, conforme publica a Agência Brasil de notícias.

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O vereador Madson Valente (DEM) considera que as situações em que estão os distritos são preocupantes, visto que serviços essenciais, tais como uma simples troca de lâmpadas, por exemplo, em muitos casos estão ocorrendo a cada quatro meses. A limpeza pública está deficitária por falta de pessoal, obras de reforma, pistas de caminhadas foram iniciadas e não foram concluídas, visto que foram ações que não cumpriram procedimentos legais para que pudessem ser executadas.

“É estarrecedor. As reclamações são generalizadas. Percorrendo os distritos encontrei, por exemplo, em Vila Formosa e Macaúba, obras iniciadas de pistas de caminhadas e campo de futebol e um Centro Social de Indápolis que simplesmente, por não ter sido planejado e por não terem cumprido procedimentos de legalidade, estão paralisadas. Se criou uma expectativa nas comunidades e hoje ninguém dá uma satisfação plausível para tamanho descaso", comentou Madson.

Madson considera que as comunidades dos distritos, por estarem pagando IPTU (Imposto Predial, Territorial e Urbano), de forma mais autêntica vem cobrando as contrapartidas da gestão municipal. O vereador destaca que as cobranças são legítimas e que o Executivo municipal precisa urgentemente rever esta ausência, principalmente dos serviços básicos que deveriam atender as comunidades com maior eficácia. (Da assessoria)

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Pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica, realizada pela equipe de fiscalização do Procon em dez supermercados da cidade, indica queda de 2,3% no valor global apurado em relação à pesquisa do mês anterior.

Veja a lista de produtos pesquisados

De acordo com o Procon, foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos e alguns apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro, como o alho (embalagem com 100g), com uma diferença de 268,91%.

Outros produtos pesquisados, como o extrato de tomate (de 350ml) teve diferença de 357,65%; o quilo de feijão variou até 165,09% entre um estabelecimento e outro e a farinha de mandioca apresentou diferença de 184,39% por quilo.

Foram encontrados 11 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor para o de maior preço, como, por exemplo, a margarina, a erva-mate de tereré, o fubá e o sabão em pó. A diferença entre estabelecimentos nesta pesquisa é de 30,1%.

O Procon alerta que o consumidor deve ficar atento às especificações contidas nas embalagens, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto. E disponibiliza os telefones para dúvidas, sugestões ou reclamações: 3411-7754 ou 151.

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