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Redação Douranews

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A Mútua (Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-MS) vai realizar eleições para a escolha do novo diretor geral no dia 15 de dezembro. Nesse mesmo dia, os advogados e agrônomos também vão escolher a nova diretoria do Conselho.

O engenheiro civil douradense Ahmad Hassan Gebara, o Mito Gebara, disputa o cargo de diretor geral com a engenheira agrimensora Vânia Melo, de Campo Grande. Para as eleições do Crea-MS, há quatro candidatos na disputa: o atual presidente, agrônomo Dirson Freitag, outro agrônomo, Abrão Malulei Neto, o engenheiro ambiental Rodrigo Costa e o civil Marco Maia, os três últimos de Campo Grande e apenas o atual presidente do interior, representando Rio Brilhante.

Membro atuante do Crea-MS há 17 anos, Mito já ocupou as funções de conselheiro titular e suplente e coordenou importantes comissões de assessoramento no Conselho. No período de 2010/11 já foi diretor financeiro da Mútua, depois de ter ocupado, entre 2006 e 2010, a presidência da Aead (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Dourados).

Mito Gebara também é fundador da Abenc (Associação dos Engenheiros Civis de Mato Grosso do Sul), entidade criada em 2012, da qual foi o primeiro presidente, até 2015.Em 2014, foi eleito 1º. vice-presidente do Crea-MS e acabou assumindo a função do presidente, Jary Castro, que renunciou ao cargo no segundo mandato, em abril de 2015, dirigindo a entidade máxima dos profissionais do setor até dezembro de 2016.

Ações de trabalho

Com a experiência acumulada nessas funções de gestão e administração, tanto no Crea-MS como na Mútua, Mito Gebara acha que é perfeitamente possível ampliar as parcerias com as entidades do setor, como associações e sindicatos, estimulando convênios com as Instituições de Ensino Superior e o Crea-MS Junior para cadastrar jovens profissionais que também poderão usufruir das vantagens oferecidas pela Mútua.

Mito Gebara propõe, ainda, uma ação mais efetiva junto à Mútua nacional no sentido de se criar o programa bolsa-universidade aos filhos dos mutuários, além de apresentar as vantagens de filiarem-se à Mútua a todos os profissionais do Sistema Confea. “A criação de escritórios de atendimento aos profissionais do interior do Estado, em parceria com as Inspetorias do Crea-MS”, também é nosso compromisso”, disse o engenheiro ao Douranews.

Comentário

A 5ª Jornada Acadêmica Integrada dos cursos de Agronomia e Tecnologia em Produção Agrícola da Unigran, a Agrotec, trouxe para debate, neste ano, a temática “Tecnologia e Inovação: Uma nova Visão para o Futuro no Agronegócio”. O evento contou com palestras e minicursos no intuito de disseminar conhecimentos direcionados aos acadêmicos e ao setor do agronegócio.

Para as palestras de abertura, esteve presente o presidente da Aprosoja/MS, Christiano Bortolotto, que falou sobre “A importância do Agronegócio Brasileiro” e o engenheiro agrônomo José Trevelin Júnior, que abordou o tema “Drones: Inovações Tecnológicas na Cultura da Cana-de-açúcar”.

O drone já é um negócio conhecido há algum tempo nos Estados Unidos e agora, há uns cinco anos, há o uso intensivo e quase que cotidiano na agricultura. O engenheiro agrônomo José Trivelin Junior afirma que é uma ferramenta que ainda está em desenvolvimento, mas com algumas práticas já consolidadas, como por exemplo, no levantamento de linha, de pragas e ervas daninhas.

“Tem muita coisa em desenvolvimento, como na aplicação de defensivos, liberação de inimigo natural para o controle biológico. Vemos algumas inovações, vários tipos, tamanhos e modelos, o que permite até mesmo o produtor ter um equipamento desses, não precisa ser uma grande empresa ou uma equipe especializada. Hoje temos agricultores que tem e que operam o equipamento fazendo diagnóstico, usa para fazer mapeamento, levantamento de imagens da lavoura”, menciona.

O drone teve, inicialmente, o uso com imagem, para ter visão da área ou fazer um levantamento topográfico da área. “Isso possibilitou o acesso para qualquer agricultor ter essa informação de uma forma muito mais rápida: ele mesmo tem, ele mesmo configura, ele mesmo usa, então quer dizer que se criou essa facilidade de uso, criou-se a popularização da ferramenta”, garante o engenheiro agrônomo.

Contudo, José Trivelin Junior cita que os usos mais complexos, como para pulverização, eliminação de inimigos naturais, sensoriamento, levantamentos de LVDI, requer uma quantidade de recursos além do drone, como software e ferramentas para trabalhar as imagens captadas, como ficou demonstrado ao longo da palestra aos acadêmicos da Jornada.

Comentário

Após a última Consulta Pública da série, organizada pela Ferroeste, em conjunto com o Governo do Paraná, na noite desta segunda-feira (16), na Associação Comercial de Dourados, o projeto de ligação ferroviária de Dourados ao Porto de Paranaguá, cortando cidades do Conesul de Mato Grosso do Sul e do Oeste do estado vizinho, ganhou novos e importantes aliados.

Antes dessa Consulta, o projeto há havia sido debatido com as comunidades de Guarapuava, Cascavel e Curitiba, no Paraná, e em todas elas o secretário de Infraestrutura e Logística do Estado, José Richa Filho, que é irmão do governador Beto Richa, afirmou que essa proposta encontra respaldo junto ao setor privado “porque se trata de um projeto para fomentar o desenvolvimento”.

Na Consulta Pública de Dourados, que lotou o auditório da Aced, o presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo, destacou o significado do local do evento, “porque a Ferroeste nasceu dentro de uma Associação Comercial, em Cascavel, e hoje aqui, com certeza, nós ganhamos maior envergadura”.

A prefeita Délia Razuk recepcionou, além do grupo do Paraná, comandado por Richa Filho, João Vicente e a equipe da Ferroeste, o secretário de Infraestrutura de Mato Grosso do Sul, Marcelo Miglioli, representando o governador Reinaldo Azambuja, os deputados Zé Teixeira e Renato Câmara, o presidente da Faems (Federação das Associações Comerciais de MS), Alfredo Zamlutti Junior, o superintendente do Sebrae/MS, Claudio Mendonça e a diretora-técnica Maristela Oliveira França, prefeitos e lideranças políticas de municípios vizinhos e representantes de vários segmentos do comércio e indústria da região.

“A presença do Governo do Paraná, e o compromisso já assumido pelo Governo de Mato Grosso do Sul, marcam o início de uma caminhada que acreditamos será vitoriosa; é a oportunidade que temos para unir ainda mais os dois estados”, afirmou a prefeita, enumerando as ações já realizadas no sentido de dotar Dourados das condições ideais de infraestrutura para esse novo tempo.

Délia Razuk disse que tem feito enfrentamentos diretos em favor da cidade, desde que assumiu a Administração, há nove meses. “Aproveito esse momento para indicar o meu vice, Marisvaldo Zeuli, para compor essa comissão que vamos criar para discutir os detalhes da adesão de Dourados ao novo modelo de transporte de cargas ferroviário”, anunciou a prefeita.

Durante a Consulta Pública da Aced, o diretor de Produção da Ferroeste, Rodrigo César de Oliveira, lembrou que quase 30% da produção nacional de grãos é colhida no Paraná e Mato Grosso do Sul. Por isso, a região precisa de uma nova ligação ferroviária com o Porto de Paranaguá. Já o diretor Administrativo Financeiro, Carlos Roberto Fabro, informou que a nova ferrovia teria cerca de mil quilômetros de extensão, dividido em duas partes: uma subconcessão entre Dourados e Guarapuava (área de concessão federal da Ferroeste), e outra concessão estadual totalmente nova entre Guarapuava e Paranaguá. “Empresas do mundo inteiro têm demonstrado interesse no projeto”, garantiu ele.

De acordo com o cronograma de trabalho discutido, o próximo passo será a publicação do edital de chamamento aos interessados em participar dessa empreitada, com prazo de 60 dias para manifestação de interesse e, após isso, 270 dias para apresentação do projeto. “Não estamos vendendo ilusões, é um projeto consistente, transparente, discutido com os segmentos interessados, e até o final de 2018, início de 2019, teremos ele materializado”, anunciou o presidente da Ferroeste.

Comentário

O 2º vice-presidente regional da Fiems, Sidney Pitteri Camacho, destacou a importância da proposta, que deverá facilitar o escoamento da produção do Estado, ao participar da Consulta Pública realizada na noite desta segunda-feira (16) no auditório da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) para discutir o projeto de construção de uma ferrovia entre a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul e o Porto de Paranaguá, no Paraná.

“Já é sabido há algum tempo que precisamos modificar nossos meios de transporte ou melhorar o que temos para não ficarmos dependentes unicamente do transporte rodoviário. A iniciativa do Paraná é interessante, precisamos unir as entidades de Mato Grosso do Sul e do Estado vizinho para que esse projeto seja realizado da melhor forma”, afirmou Pitteri.

Poder público

O secretário estadual de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, reforçou a relevância da audiência pública para discutir o assunto com toda a sociedade. “Esse evento é de suma importância para que possamos ter uma integração de todos os entes que têm interesse nessa rodovia, ou seja, poder público, iniciativa privada, Fiems, associações comerciais, etc. Assim começamos a encorpar esse processo, que não é um projeto de governo, mas um projeto de Estado, que envolve toda a sociedade civil organizada e entes públicos”, declarou.

Segundo a prefeita de Dourados, Délia Razuk, a principal finalidade do evento é receber contribuições da sociedade civil sobre o modal ferroviário. Ela explicou que foram realizadas três consultas públicas no Paraná. “Esse é o encerramento do primeiro passo do processo para que esse projeto efetivamente se realize. Foram quatro audiências públicas para ouvir a sociedade e agora passaremos para outro patamar de negociações”, disse.

Para Délia, o novo modal ferroviário é fundamental para a região de Dourados. “Todo o transporte hoje é feito por rodovias e isso encarece os custos. Uma ferrovia como essa traz desenvolvimento, traz economia e novos investimentos”, reforçou. Presente ao evento, a vereadora de Amambai, Janete Córdoba, comentou sobre a torcida para que o projeto se concretize. “Eu estou aqui em Dourados participando da audiência pública a convite da prefeita. Gostaria de reforçar a importância desse modal ferroviário, que também vai passar por Amambai, beneficiando os nossos produtores rurais, toda a nossa sociedade”, disse.

Já o agricultor e empresário do ramo de grãos, Waldir Faleiros, apontou a redução de custos no transporte da produção como um dos principais benefícios da rodovia. “Quando se fala em ferrovia, pensamos em transporte de grãos, mas não é só isso. Esse projeto vai trazer uma redução de custos para o transporte da produção, garantindo mais desenvolvimento para a região. Se tivermos a felicidade de ter a rodovia, esse transporte ficará muito mais fácil e mais barato”, completou.

Sobre o modal

A Ferroeste, sociedade de economia mista ligada ao Governo do Paraná, iniciou uma série de consultas públicas, com o objetivo de debater a proposta com a sociedade civil e receber eventuais sugestões ao projeto de implantação de uma ferrovia que ligará o Porto de Paranaguá ao Mato Grosso do Sul. Em princípio, o projeto leva em conta dois trechos. O primeiro prevê a implantação de cerca de 400 quilômetros de linha férrea, entre o Porto de Paranaguá e Guarapuava, no Centro-Sul do Paraná.

A proposta é de que haja um novo traçado, paralelo à rodovia BR-277. Com isso, a nova ferrovia não usaria o trecho da ferrovia histórica, que liga o litoral a Curitiba e que continuaria sendo explorado para fins turísticos. O segundo trecho contempla a construção de 350 quilômetros de trilhos, entre Cascavel (PR) e Dourados (MS), passando por Guaíra (PR). Com esse traçado, a Ferroeste espera absorver a demanda logística do Paraguai (via Guaíra) e do Mato Grosso do Sul. A expectativa é de que o modal sirva para escoar não só a crescente safra de grãos, mas também da indústria pecuária.

Comentário

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a votação prevista para esta terça-feira (17) para analisar a eventual revogação do afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato parlamentar ocorra por meio de voto aberto e nominal. O magistrado concedeu uma liminar (decisão provisória) acolhendo um mandado de segurança apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Nesta terça, os senadores deverão apreciar no plenário se dão aval à decisão da Primeira Turma do STF que impôs, em 26 de setembro, o afastamento do mandato e o recolhimento domiciliar noturno do parlamentar tucano.

"Liminarmente, determino ao presidente do Senado Federal a integral aplicação do § 2º, do artigo 53 da Constituição da República Federativa do Brasil, com a realização de votação aberta, ostensiva e nominal em relação as medidas cautelares aplicadas pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal ao senador da República Aécio Neves", escreveu Moraes em trecho do despacho.

A decisão da turma do Supremo abriu uma nova crise institucional entre Legislativo e Judiciário. Diante da ameaça do Senado de desobedecer a ordem judicial, o STF fez uma sessão na semana passada para analisar a constitucionalidade de medidas cautelares contra parlamentares.

Ao final de uma sessão de 12 horas, os magistrados determinaram, por maioria, que eventuais restrições a deputados e senadores devem ser submetidas à análise da Câmara e do Senado.

Com aval da Suprema Corte, os senadores devem votar nesta terça em plenário se avalizam o afastamento de Aécio do mandato parlamentar e também o recolhimento noturno determinado pela Primeira Turma.

Para que a liminar de Alexandre de Moraes sobre a votação aberta seja cumprida, o Senado precisa ser notificado da decisão judicial. No despacho no qual determinou a votação aberta, o ministro do Supremo ordenou que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), seja notificado "imediatamente" sobre o teor da decisão.

A assessoria de imprensa do presidente do Senado não informou se a Casa já havia recebido a notificação do STF e disse que, no momento, Eunício não vai se posicionar sobre o assunto.

Ainda de acordo com a assessoria, Eunício informou na noite desta segunda-feira (16) ao líder do PSDB, Paulo Bauer (SC), que a votação das medidas cautelares impostas a Aécio seria aberta.

O presidente do Senado, de acordo com assessores, também conversou sobre o assunto com Alexandre de Moraes na noite de segunda, portanto, antes da decisão em caráter liminar que determinou que a votação do caso seja aberta.

Regimento x Constituição

O regimento interno do Senado prevê votação secreta em relação a análise de “prisão de senador" em casos de flagrante de crime inafiançável. No entanto, em 2001, o Congresso Nacional promulgou uma emenda constitucional que eliminou a previsão de votação secreta em situações de prisão de senadores.

O artigo 319 do Código de Processo Penal diz, contudo, que recolhimento domiciliar noturno e suspensão do exercício de função pública são medidas cautelares diferentes de prisão.

Ao analisar o pedido de liminar de Randolfe para que a votação seja aberta, Alexandre de Moraes – ministro que abriu a divergência na semana passada que exigiu aval do Congresso para implementação de medidas cautelares contra parlamentares – alegou que, "diante de todo o exposto", ele decretava o não cumprimento do regimento interno do Senado em relação à votação secreta.

O ministro do STF determinou que o presidente do Senado cumpra o que prevê a Constituição, ou seja, a votação aberta.

Na semana passada, a Justiça Federal em Brasília já havia concedido uma liminar proibindo o Senado de fazer votação sigilosa na sessão que vai decidir sobre o afastamento e recolhimento noturno de Aécio. A decisão da primeira instância atendia a uma ação popular movida pela União Nacional dos Juízes Federais.

Aécio é acusado de corrupção e obstrução à Justiça por pedir e receber R$ 2 milhões da JBS, além de ter atuado no Senado e junto ao Executivo para embaraçar as investigações da Lava Jato. Aécio nega as acusações e se diz "vítima de armação".

A votação

A votação das medidas cautelares impostas pela Primeira Turma do Supremo ao parlamentar mineiro está prevista para iniciar à tarde, mas, se ocorrer, deve se estender até o período da noite.

A sessão pode não ser realizada se o quórum estiver baixo. Para abrir a sessão, é preciso que, pelo menos, 41 dos 81 senadores tenham registrado presença em plenário.

Aliados de Aécio estudam, inclusive, adiar a análise do caso, se perceberem que o número de senadores não estiver suficiente para derrubar as medidas impostas ao tucano.

Isso porque 11 senadores informaram que não estarão em Brasília nesta terça, por estarem de licença ou não estarem em Brasília.

Segundo a Secretaria-Geral do Senado, se a decisão da Primeira Turma do STF que impôs medidas cautelares a Aécio for derrubada, o senador do PSDB poderá retornar imediatamente às atividades parlamentares. Para que as restrições sejam derrubadas, é preciso que a maioria absoluta do plenário, com quórum de, pelo menos, 41 senadores, vote contra a decisão da turma da Suprema Corte.

No entanto, se a decisão for mantida, além de ser afastado do mandato e ter de se recolher à noite, Aécio Neves ficará proibido de manter contato com outros investigados no mesmo caso e deverá entregar o passaporte.

Comentário

Os contribuintes com débitos decorrentes de penalidades aplicadas pelo descumprimento de obrigações acessórias referentes ao ICMS, inscritos ou não em dívida ativa, também podem aderir ao Refis, o Programa de Regularização Fiscal do Estado, para ficar em dia com o fisco estadual. O prazo para requerer os benefícios da Lei 5.071, que trata do assunto, começou nesta segunda-feira (16) e segue até o dia 15 de dezembro deste ano. O desconto de multas e juros chega a 95%, para os cadastrados no Simples Nacional.

Para o caso de dívidas referentes a obrigações acessórias, a lei prevê o pagamento em parcela única, com desconto de 70% do valor da multa correspondente; em duas a seis parcelas, redução de 50% da multa; de sete a 12 parcelas mensais e sucessivas, desconto de 40% da multa, e de 13 a 24 parcelas, redução de 30% da multa. Entre as chamadas obrigações acessórias estão o envio à Secretaria de Fazenda de documentos relativos ao recolhimento de ICMS, como a Guia de Informação e Apuração do ICMS. O não cumprimento das obrigações acessórias gera a aplicação de penalidades, como multas.

Parcelamento

O contribuinte tradicional que tenha dívida de ICMS de fatos geradores ocorridos até 30 de abril deste ano terá desconto de 90% na multa e juros caso pague à vista. Se parcelar entre duas a seis vezes mensais, a redução é de 75% da multa e dos juros; de sete a 18 parcelas, desconto de 60% na multa e juros e de 19 a 36 vezes 50% de desconto na multa e juros. A regra vale para débitos inscritos ou não em Dívida Ativa.

Para as empresas do Simples Nacional, a lei prevê que se a opção for pelo pagamento em uma única vez, o desconto é de 95% na multa; em duas a seis vezes, 80% de redução da multa; de sete a 15 parcelas mensais e sucessivas 65% de desconto na multa e de 16 a 30 parcelas 55% de redução na multa.

Os proprietários de veículos terão duas opções para pagar o IPVA vencidos até 31 de dezembro de 2016. Se pagar em até duas parcelas mensais, tem redução de 90% da multa e juros; de três a seis vezes, redução de 75% da multa e juros incidentes sobre o débito. Os débitos relativos ao ITCD (o Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e Doação) sobre os fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2016 poderão ser liquidados da seguinte forma: até duas parcelas mensais e sucessivas, redução de 90% da multa e juros; de três a seis parcelas, desconto de 75% da multa e juros correspondentes.

O governador Reinaldo Azambuja tem reforçado que, embora o Refis seja estadual, 25% do ICMS e 50% do IPVA são destinados aos municípios, e que a recuperação desses recursos vai ajudar as prefeituras no pagamento do 13º salário dos servidores.

Comentário

Com o tema ‘Segurança e Arborização’, a Energisa realiza nesta quarta-feira (18), das 9h30 às 11 horas, no auditório do CAM (Centro Administrativo Municipal), em Dourados, o Seminário de Educação Ambiental. O evento tem apoio da Prefeitura, por meio do Imam (Instituto de Meio Ambiente) e atende o que determina convênio firmado com a Assomasul (Associação dos Municípios de MS).

O seminário se destina aos funcionários das prefeituras e o público em geral que realizam o manejo da arborização urbana. O conteúdo das palestras enfocará a importância da vegetação no meio ambiente urbano, a segurança e demonstração de técnicas e procedimentos de podas.

A educadora ambiental do Imam, Ana Carolina Fernandes, diz que o órgão incentiva a participação de todos os profissionais da área de manejo da arborização urbana (jardinagem e poda) e reforça o convite para que todos participem, “a fim de que possam se informar e buscar esclarecimentos sobre a regularização das podas em Dourados”.

Comentário

A primeira captação de coração ocorrida em Dourados na semana passada foi resultado de um trabalho de união entre os envolvidos no processo e do gesto de grandeza da família do doador, um jovem de 17 anos. A integração possibilitou o trabalho rápido dos cirurgiões do Incor (o Instituto do Coração) que estiveram no município durante o feriado.

Ocorrida no Hospital da Vida, a primeira captação de um coração na história do município teve início com o trabalho da Cihdott (a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), após autorização da família do doador. Com a comunicação ao Incor, a equipe com 11 cirurgiões chegou a Dourados em aviões da FAB, que passam a atender esse tipo de procedimento, com autorização do Governo federal, no aeroporto de Dourados.

Para a agilidade necessária nessas ações, contribuíram as equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Dourados, que organizaram toda a logística do transporte entre aeroporto e hospital e, o retorno para o voo de volta. “Devido à necessidade de que um transplante cardíaco seja realizado no menor tempo possível, foi muito importante o trabalho conjunto, a torcida e orações de todos para que a logística e o procedimento ocorressem da melhor forma possível. E isso se concretizou”, disse o secretário municipal de Saúde, Renato Vidigal.

Outro ponto que Vidigal ressaltou foi que, além do coração, foram doados os dois rins, duas córneas, fígado e pâncreas. “A vida pela vida. Com certeza esse coração continuará batendo e dando muitas felicidades para outra família e os demais órgãos. Todo agradecimento à família será pouco”, reforçou o secretário, agradecendo pelo gesto solidário.

Com mais esta captação, Dourados reforça a projeção nacional no ranking de captação de órgãos e tecidos como um dos centros médicos em que mais se realizam esses procedimentos no Brasil.A primeira captação de coração ocorrida em Dourados na semana passada foi resultado de um trabalho de união entre os envolvidos no processo e do gesto de grandeza da família do doador, um jovem de 17 anos. A integração possibilitou o trabalho rápido dos cirurgiões do Incor (o Instituto do Coração) que estiveram no município durante o feriado.

Ocorrida no Hospital da Vida, a primeira captação de um coração na história do município teve início com o trabalho da Cihdott (a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes), após autorização da família do doador. Com a comunicação ao Incor, a equipe com 11 cirurgiões chegou a Dourados em aviões da FAB, que passam a atender esse tipo de procedimento, com autorização do Governo federal, no aeroporto de Dourados.

Para a agilidade necessária nessas ações, contribuíram as equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Dourados, que organizaram toda a logística do transporte entre aeroporto e hospital e, o retorno para o voo de volta. “Devido à necessidade de que um transplante cardíaco seja realizado no menor tempo possível, foi muito importante o trabalho conjunto, a torcida e orações de todos para que a logística e o procedimento ocorressem da melhor forma possível. E isso se concretizou”, disse o secretário municipal de Saúde, Renato Vidigal.

Outro ponto que Vidigal ressaltou foi que, além do coração, foram doados os dois rins, duas córneas, fígado e pâncreas. “A vida pela vida. Com certeza esse coração continuará batendo e dando muitas felicidades para outra família e os demais órgãos. Todo agradecimento à família será pouco”, reforçou o secretário, agradecendo pelo gesto solidário.

Com mais esta captação, Dourados reforça a projeção nacional no ranking de captação de órgãos e tecidos como um dos centros médicos em que mais se realizam esses procedimentos no Brasil.

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Uma produção de 15 toneladas por dia. Esta é a capacidade da usina de asfalto recuperada e regularizada pela Prefeitura de Dourados recentemente e que já permite a agilização dos trabalhos de tapa-buracos na cidade. Para utilizar a produção, a Semsur (Secretaria municipal de Serviços Urbanos) trabalha em conjunto com a Semop (Secretaria municipal de Obras Públicas) na elaboração de cronograma e na formação de equipes.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos, Joaquim Soares, a determinação da prefeita Délia Razuk é que o trabalho ocorra em conjunto e, até o fim do ano, sejam recuperadas todas as ruas da cidade, o que pode ser realidade. “Com esta produção e a logística de equipes nas ruas, teremos condições de utilizar esta massa diariamente e, em poucos meses, tapar todos os buracos, como complemento ao trabalho que será feito pela empresa contratada através de licitação”, afirmou o secretário.

Com a produção de massa em andamento, a Semsur já começou os trabalhos na semana passada pelas ruas Cuiabá, até a Eulália Pires, e na Antônio Emilio e Onofre Pereira de Matos. Nesta segunda-feira (16), as ações ocorreram na Izzat Bussuan, Olinda Pires e Gustavo Adolfo Pavel, e devem continuar nesta terça (17). A aplicação da massa segue critérios rigorosos, entre eles, a compactação com uso de rolo compressor.

“Todos os esforços estão concentrados. O que podemos agilizar e operar, estamos fazendo. A regularização da usina foi um passo muito importante e agora aguardamos a licitação, o que tem que respeitar prazos. Ninguém pode dizer que este problema não está sendo encarado de maneira séria e objetiva”, disse Joaquim Soares.

Limpeza

Desde os fortes ventos que atingiram Dourados na semana passada, a Semsur também tem mantido o trabalho de limpeza das ruas onde ocorreu queda de árvores. Segundo o secretário Joaquim Soares, vários bairros da região norte foram atingidos por fortes rajadas de vento. Pelo menos 50 árvores caíram e foram removidas, o que contribuiu para a retirada de 15 toneladas de lixo das ruas. “Algumas toneladas de galhos e lixo foram retiradas das ruas nestes locais onde, não só o recolhimento das árvores foi feito, como também a limpeza das ruas com as equipes da Semsur”, disse.

Comentário

Após participar, há vinte dias, no Palácio Iguaçu, sede do Governo paranaense em Curitiba, do encontro com o governador Beto Richa (PSDB), para discutir a participação de Dourados no traçado da Ferroeste, a prefeita Délia Razuk (PR) recebe, nesta segunda-feira (16), na Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados), técnicos da Ferroeste e do Governo do Paraná, além do governador e técnicos de Mato Grosso do Sul, para mais uma etapa desse processo.

Segundo a prefeita Délia Razuk, o governador Reinaldo Azambuja tem sido um dos mais entusiastas defensores dessa proposta. “Na semana passada, ele me chamou para conversar sobre isso e, mais uma vez, disse que o Governo está empenhado em articular, junto com o governador Beto Richa e a Ferroeste, para nos ajudar a inserir Dourados nesse traçado e ao mesmo tempo beneficiar toda essa região do Conesul do nosso Estado”, disse a prefeita.

De acordo com o que vem sendo tratado para a implantação do modal ferroviário, que consiste no transporte de cargas por ferrovias, após a Consulta Pública realizada segunda-feira (9) passada, em Curitiba, agora os técnicos vão se reunir em Dourados, nesta segunda, com a presença, inclusive, do presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo, para que autoridades e representantes da sociedade possam opinar sobre o projeto.

O trecho em debate nessa Consulta Pública pretende contemplar a construção de 350 quilômetros de trilhos, entre Cascavel, no Paraná e Dourados, no Mato Grosso do Sul, passando por Guaíra e Guarapuava no estado vizinho e interligando as cidades sul-mato-grossenses de Amambai, Iguatemi, Eldorado e Mundo Novo, até o Porto de Paranaguá. Com esse traçado, a Ferroeste espera absorver a demanda logística do Paraguai (via Guaíra) e do Mato Grosso do Sul, oferecendo uma alternativa para escoar não só a crescente safra de grãos, mas também da indústria pecuária regional.

No encontro de Curitiba, a prefeita Délia Razuk ouviu o compromisso do governador Beto Richa de que o Estado do Paraná já está buscando investidores internacionais para viabilizar a infraestrutura da ferrovia. “O governador Reinaldo Azambuja e o secretário de Infraestrutura Marcelo Miglioli, também, já colocaram toda a estrutura da equipe técnica do Governo de Mato Grosso do Sul para nos ajudar nesse sentido e temos certeza de que essa será mais uma parceria vitoriosa para os nossos interesses regionais e o desenvolvimento dos dois estados”, afirmou Délia Razuk.

A Consulta Pública de Dourados, na Aced, está marcada para às 19 horas desta segunda-feira, na avenida Joaquim Teixeira Alves, 1480, no centro da cidade.

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