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Redação Douranews

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Pelo menos 7 pessoas morreram e mais de 40 ficaram feridas em acidente envolvendo um ônibus que levava militantes do PAP (o Partido Aprista Peruano) para o funeral de Alan García, publica o Antagonista.

O ex-presidente se matou quarta-feira (17) com um tiro na cabeça ao ser preso por suspeita de envolvimento em esquemas de corrupção com a empreiteira Odebrecht.

Os militantes estavam indo para a capital Lima prestar uma última homenagem ao líder do partido.

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A Guarda Municipal de Dourados "acabou" com uma festinha social onde seis adolescentes foram flagrados alcoolizados e diversos litros de bebidas alcoólicas apreendidos, no final da noite desta quinta-feira (23),na Vila Cachoeirinha.

De acordo com o relato policial, o flagrante ocorreu na rua Clovis Cerzosimo de Souza próximo da Via Park, quando a equipe da GMD foi acionada para atender denúncias de perturbação do sossego em um espaço de convívio social.

No local a Guarda Municipal constatou som em alto volume e a presença de vários menores ingerindo bebidas alcoólicas. Foram identificados dois autores de 18 e 24 anos que disseram ter alugado o espaço para realizarem a "festinha de aniversário de um deles", denominado "Vai Liberar".

Foram apreendidas 16 garrafas de vodka e cachaça, 12 corotes [embalagens plásticas com bebidas fortes], 30 latas de cerveja, oito narguilés e duas caixas de essência para uso do produto. Os donos da festa responsáveis pelo evento foram presos em flagrante por fornecer bebidas alcoólicas aos adolescentes e por perturbação do sossego alheio.

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Tido como desaparecido desde a última vez em que foi visto o piloto de avião Dante de Mattos Torraca, descendente de tradicionais famílias que ajudaram na criação do Município, o douradense foi confirmado como um dos mortos da queda da aeronave que ele pilotava, no final de 1979.

De acordo com relato obtido pelo Douranews, Dante, que hoje teria 105 anos de idade, foi uma das vítimas da queda da aeronave no voo de Itaituba, no interior do Pará, para Cuiabá, a capital do Mato Grosso.

foto dante docs

O filho de um dos tripulantes do avião encontrou, esta semana, documentos de alguns dos ocupantes do voo, após um madeireiro ter localizado destroços do monotor que caiu em uma área de mata fechada

Dante, que tinha 65 anos na época, era filho de Francisco (Pancho) Torraca Filho e Joana (Mini) de Mattos Pereira. Irmão de Danubio e Dalva Torraca, “era sobrinho do Edgar Xavier de Mattos e do ‘seo’ Adir (pai do Donizete do Ibama e do Paulinho da Caixa Econômica)”, como recorda o historiador da família, advogado Rozemar Mattos Souza.

Conforme o áudio que confirma o acidente de 1979, obtido pelo Douranews por meio do empresário Romem Barletta, a localização dessa documentação junto com os destroços da aeronave só foi possível porque um dos filhos de um dos tripulantes, conhecido na região madeireira como ‘Negão’, manteve as buscas por notícias do pai.

Só assim, também, foi possível a identificação do piloto douradense, para familiares dado apenas como desaparecido.

“Realmente, para todos aqui ele consta como desaparecido e não se tinha notícia desse fato. Pelo que sei esta é a primeira notícia que se tem. O mistério vai sendo desvendado”, disse Rozemar.

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (18), na live ao vivo que faz semanalmente pelas redes sociais, que o governo prepara um pacote de alterações na Lei federal de Incentivo à Cultura (8.313/91), a chamada Lei Rouanet, para incluir o estabelecimento de um teto máximo de R$ 1 milhão por projeto. As alterações devem ser publicadas por meio de Instrução Normativa do Ministério da Cidadania nos próximos dias. Segundo o presidente, atualmente os projetos podem captar até R$ 60 milhões, valor que ele considera exorbitante.

"O teto era até R$ 60 milhões. Artistas recebiam ou poderiam receber até R$ 60 milhões. Passamos esse limite para R$ 1 milhão, acho que ele tá alto ainda, mas diminuímos 60 vezes o valor desse teto. Então, mais gente, mais artistas, poderão ser beneficiados da Lei Rouanet", afirmou durante transmissão ao vivo na página oficial no Facebook, acompanhado por uma tradutora de Libras. Bolsonaro vestia uma camisa da Seleção brasileira.

O orçamento da Lei Rouanet é de cerca de R$ 1 bilhão por ano. Ela funciona como mecanismo de abate de impostos. As empresas que patrocinam projetos culturais podem deduzir até 4% do imposto de renda. A escolha dos projetos a serem apoiados cabe aos próprios patrocinadores e não ao governo.

O presidente defendeu o novo valor para o teto de captação de projetos via Lei Rouanet e estima que será ampliado o número de artistas contemplados. "Com R$ 1 milhão, com todo respeito, dá pra fazer muita coisa, em especial alavancar esses artistas da terra, raiz, para que eles tenham uma carreira promissora no futuro", acrescentou, conforme repercutiu o portal da Agência Brasil de notícias.

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Com a mudança no perfil da produção sucroalcooleira em Mato Grosso do Sul no final da década de 1990, a abertura do mercado de trabalho nas lavouras de maçã no Rio Grande do Sul e Santa Catarina foi a “salvação” para os índios de Mato Grosso do Sul. O processo teve início em 2002 quando o primeiro grupo de indígenas foi contratado diretamente por uma empresa do Sul para a colheita de maçã.

“O início foi muito difícil”, lembra o presidente do Coletivo de Trabalhadores Indígenas de Mato Grosso do Sul, José Carlos Pacheco. Ele conta que sem emprego por causa da mecanização das lavouras de cana de açúcar em Mato Grosso do Sul, houve um aumento nos índices de violência, alcoolismo e uso de drogas nas aldeias. “Hoje o clima é de alegria e confiança”, comemora.

A mudança veio por meio de uma parceria entre o MPT (Ministério Público do Trabalho) e a Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul), com a participação da Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de Trabalho no MS, que deu segurança jurídica para trabalhadores e empresas produtoras de frutas do Sul do país.

A partir dessa parceria, os índios deixam o Estado já com os contratos de trabalho assinados, com os vencimentos e benefícios definidos. “A participação da Funtrab junto à intermediação dessas contratações tem auxiliado na prevenção da ocorrência dos aliciamentos irregulares, de forma a monitorar a saída desses trabalhadores do Estado, acompanhando mais de perto toda essa logística, tendo um contato direto com os empregadores”, afirma o procurador do Trabalho Jeferson Pereira.

O procurador destaca que essa união de esforços tem sido importante para a comunidade indígena do Estado. “As contratações dos trabalhadores indígenas do Estado de Mato Grosso do Sul pelas empresas que atuam diretamente na cadeia produtiva da maçã têm servido de alternativa para que eles tenham acesso ao mercado formal de trabalho, com ganho efetivo de renda que os auxiliem na subsistência diária, uma vez que com a mecanização do setor sucroalcooleiro, tal sistemática ocasionou um desemprego estrutural da mão de obra indígena que ao longo de muitos anos era utilizada nas atividades do corte manual da cana de açúcar”, pontuou.

Ao falar sobre a contratação da mão de obra indígena de Mato Grosso do Sul pelas empresas do Rio Grande do Sul, o presidente da Associação Gaúcha de Produtores de Maçã (Agapomi), José Sozo, lembra que o início foi difícil, mas com o passar do tempo e principalmente a partir da parceria entre os órgãos públicos e instituições com as empresas do Sul, as relações de trabalho avançaram bastante. “Era um povo desconhecido, depois que fomos entendendo o jeito deles e com a entrada do Governo (via Funtrab) evoluímos bastante e hoje essa parceria tem sido muito boa”, afirmou.

Para José Carlos Pacheco, a maior satisfação que teve desde que passou a fazer parte desse trabalho, foi quando esteve na aldeia Porto Lindo, em Japorã. “Ouvir do capitão da aldeia que se hoje os índios têm uma casinha, tem moto e melhores condições de vida é por causa da maçã”, comentou.

O presidente do Coletivo de Trabalhadores Indígenas do MS também falou sobre o impacto desse programa na economia das cidades onde vivem os índios que vão trabalhar no raleio e colheita da maçã no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Segundo José Carlos, por ano em média 7 mil indígenas vão trabalhar nas lavouras de maçã no Sul do país, ganhando em média R$ 3 mil por período de colheita da fruta. “É um dinheiro que movimenta e economia do nosso Estado”, diz ele.

Cerca de 3 mil moradores das aldeias de Mato Grosso do Sul estarão concluindo até o início de maio a segunda etapa da colheita de maçã nesses estados.

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A vereadora Marinisa Mizoguchi (PSB) teve, nesta semana, uma pauta importante em favor de Dourados. Durante encontro com o vice-governador Murilo Zauith (DEM), apresentou uma série de reivindicações e pediu ainda o cronograma de investimento do Governo do Estado para os próximos quatro anos no município.

“Pedi ao vice-governador os projetos na área de asfalto para a cidade, a continuação do recapeamento na avenida Marcelino Pires até o Monumento ao Colono “Mão do Braz” e ainda o recapeamento das ruas transversais, que ligam as três principais avenidas da cidade que já foram recapeadas. Esse último pedido faz parte de uma reivindicação da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) e de todos os empresários instalados na área central”, explica a parlamentar.

Marinisa aproveitou a oportunidade para pedir a duplicação da rua Coronel Ponciano, uma importante via da cidade que liga vários bairros, como Izidro Pedroso, Jequitibás, Jardim Guaicurus, Dioclécio Artuzi e Harrison de Figueiredo e que ainda serve de acesso ao prédio principal da Prefeitura, aos cemitérios municipais, estádio Douradão, UPA, PAI (Policlínica de Atendimento Infantil) e ao Detran, por exemplo.

“Essa é uma via de muito movimento porque dá acesso a uma série de repartições públicas. Em horário de pico o movimento é intenso e torna o trânsito perigoso. O outro motivo de ter pedido a duplicação é que segundo a Agetran – Agência de Transporte e Trânsito de Dourados, a Coronel Ponciano é hoje disparada a rua que mais registra acidentes no município, inclusive com mortes”, enfatizou.

Na época em que foi secretária de Educação, Marinisa lutou para construção de um Centro de Educação Infantil no Jardim Guaicurus e uma escola estadual no bairro Dioclécio Artuzi, hoje como vereadora, ela pediu para o vice-governador Murilo Zauith a construção de um viaduto na rodovia estadual que dá acesso ao Distrito Industrial para ligar os bairros separando o grande fluxo de veículos pesados do trânsito leve, em especial de ciclistas e pedestres que precisam cruzar de um lado para o outro da pista para levar os filhos para as escolas e ao Ceim naquela região.

“O número de pessoas que mora nessa região da cidade cresceu muito nos últimos anos, por conta dos conjuntos habitacionais e dos loteamentos populares, somado ao trânsito de carretas e caminhões que vão ao Distrito Industrial tornou o trânsito muito perigoso. É preciso uma obra estrutural como essa para dar mais segurança aos moradores”, concluiu a vereadora.

Junto com os demais vereadores, ela pediu também recursos para construção, com urgência, de uma ponte na avenida Presidente Vargas, sobre o córrego Laranja Doce, na saída para Itaporã, onde recentemente o asfalto cedeu formando uma enorme cratera na via.

Murilo Zauith garantiu a Marinisa Mizoguchi que irá analisar todos os pedidos com muita atenção e deliberar juntamente com o governador Reinaldo Azambuja para apresentar as respostas das demandas da população douradense. (Com assessoria)

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O Batalhão de Polícia Militar Rodoviária do Estado começou na manhã desta quinta-feira (18), a Operação Semana Santa 2019, que pretende priorizar o controle de velocidade, a fiscalização de ultrapassagens proibidas, ampliando a presença policial militar em pontos e horários de maior incidência de acidentes e crimes a longo dos quase 15 mil Km de rodovias estaduais em todo o Mato Grosso do Sul, até às 6 horas de segunda-feira (22).

Durante o feriado prolongado deste ano, a previsão é de que o fluxo de veículos aumente cerca 40% em relação à média diária, considerando-se os horários de pico, com destaque para o início da manhã de quinta e sexta-feira, e também a tarde de domingo (21), conforme estatísticas anteriores.

O planejamento da PMR se concentra no acréscimo de presença policial militar com foco no policiamento preventivo que se realizará por meio das 12 Bases Operacionais Rodoviárias fixas distribuídas pelos municípios de Amambai, Campo Grande, Corumbá, Bonito, Dourados, Ivinhema, Maracaju, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, enquanto outras 14 equipes volantes percorrerão pontos e horários sensíveis e vulneráveis das rodovias estaduais, previamente definidas com base no geoprocessamento de dados.

O Centro de Comando e Controle instalado na sede da Polícia Militar Rodoviária em Campo Grande irá monitorar 24 horas, durante toda a operação, os resultados e desenvolvimento das ações operacionais no terreno. Para a fiscalização do excesso de velocidade serão utilizados radares móveis em pontos e horários das rodovias de maior fluxo de veículos visando prevenir acidentes e inibir esta infração de trânsito de grande risco. A Polícia Militar Rodoviária, além de atuar na fiscalização do trânsito rodoviário também atuará no enfrentamento ao tráfico de drogas, contrabando e descaminho e outros crimes que perturbam as estradas e rodovias estaduais.

Orientações:

• Para uma viagem segura a Polícia Militar Rodoviária orienta os usuários das rodovias estaduais a respeitarem os limites de velocidade, manterem distância de segurança em relação aos demais veículos, ultrapassar apenas quando houver plenas condições de segurança e não desviar a atenção do trânsito;

• É fundamental planejar a viagem, buscando evitar, na medida do possível, os horários de pico;

• Dirigir cansado ou com sono aumenta o risco de o motorista cometer erros. A cada três ou quatro horas de viagem, é recomendável uma pausa para descanso ou revezar a direção do veículo;

• O uso do cinto de segurança e da cadeirinha para crianças é imprescindível – esses equipamentos podem fazer a diferença em caso de acidente;

• Emergências e para falar com a Polícia Militar Rodoviária ligue 198 ou baixe o aplicativo de telefonia móvel Rodovia Viva PMR-MS.

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vai lançar segunda-feira (22), durante a abertura da Semana de Vacinação das Américas, em Cuiabá, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A partir dessa data, todos os públicos-prioritários poderão se vacinar. Até nesta quinta-feira (18) apenas crianças e gestantes estavam sendo vacinadas.

Durante o evento, o ministro apresenta o primeiro balanço da campanha e anuncia a ampliação do público-alvo, como parte da grande mobilização que o Governo Federal está propondo para melhorar os índices de vacinação em todo o país, no âmbito do Movimento Vacina Brasil.

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Alunos da Rede Municipal de Ensino poderão se inscrever para o Projeto Palco para Todos, entre a quinta (25) e a sexta-feira (26) da semana que vem. A ação estruturada pela Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria de Cultura, ofertará 450 vagas para crianças e adolescentes participarem de aulas gratuitas de dança e artes visuais nas academias parceiras.

Aulas de balé, jazz e dança do ventre serão disponibilizadas nas academias de Ballet Anna Pavlowa, Stúdio Blanche Torres, Instituto de Desenvolvimento Artístico e Social Sucata Cultural, Stúdio Jacy Brasileiro, Academia de Dança Maria Ester, Ebacisa Escola de Ballet e Fitness.

Nas modalidades de desenho e/ou arte para criança são parceiras a Entreartes Espaço de Convivência Artística, Beco das Artes e a Casa dos Ventos, informa a assessoria de comunicação do Município.

Ainda de acordo com a assessoria, por orientação da prefeita Délia Razuk ocorre a ampliação de vagas devido à intensa procura dos pais e diante da compreensão de que atividades extraclasses nestes âmbitos auxiliam no desenvolvimento pessoal dos menores.

Podem participar do projeto, alunos da Reme com idade entre 5 e 14 anos, segundo a coordenadora do Palco Para Todos, Andiara Pacco, ao destacar que as vagas serão liberadas aos pais/responsáveis por ordem de chegada, sendo necessário que os interessados estejam atentos às datas e horários de inscrições e a documentação exigida.

Como a procura é alta, os pais precisam se adiantar e comparecer com a documentação devida [cópia da certidão de nascimento do menor e atestado de matrícula da Rede Municipal de Ensino] para ter direito à vaga pleiteada.

O secretário de Cultura, Jorge Augusto Lopes “Peu”, reforça que o projeto “traz novas possibilidades através da arte e da cultura como formação, contribuindo de maneira fundamental na construção de uma sociedade responsável, sensível e, principalmente, capaz de intervir criticamente no mundo à sua volta”.

Para realização da inscrição, os pais ou responsáveis deverão comparecer nas datas divulgadas (25 e 26 de abril) na Sede da Secretaria municipal de Cultura no Parque dos Ipês, dentro do Teatro Municipal de Dourados, entre às 8 e as 13 horas. Mais informações podem ser obtidas em contato com o Nace/Cultura no Parque dos Ipês, das 7h30 às 13h30, ou pelo telefone 3411-7709.

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O domínio ".br" completa 30 anos nesta quinta-feira (18), o que configura um marco histórico da Internet no Brasil. Nessas três décadas, o ".br", operado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), firmou-se como um dos “domínios de topo para código de país” (ccTLD ou country-code Top Level Domain) mais bem-sucedidos do mundo. São mais de 4 milhões de nomes registrados, cobrindo as mais variadas iniciativas conectadas à Internet no Brasil.

O ".br" tinha presença no Brasil antes mesmo da conexão à Internet estar estabelecida no país. No dia 18 de abril de 1989, Jon Postel (IANA), responsável pela atribuição de domínios de topo, delegou o ".br" ao grupo que operava redes acadêmicas à época na Fapesp. Inicialmente o ".br" foi usado para identificar máquinas no ambiente acadêmico, e os registros eram poucos e feitos manualmente. "Postel considerou que a comunidade brasileira já tinha maturidade para administrar o '.br' e o delegou", lembra Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br, um dos integrantes do grupo.

Em 1991, com o acesso à Internet já estabelecido no Brasil, foi criada uma estrutura de nomes sob o ".br" contemplando os subdomínios "gov.br", "com.br", "net.br", "org.br" e "mil.br" – respectivamente destinados ao Governo, empresas, organizações sem fins de lucro e forças armadas. A partir da expansão da Internet no país na área comercial em fins de 1994, o ".br" passou a crescer rapidamente: de 851 domínios registrados em 1995, alcançava mais de 7.500 nomes no mês de dezembro de 1996. O processo passou a ser automatizado e a marca de 1 milhão de domínios foi atingida em 2006, dez anos após.

Evolução

Os 4 milhões de nomes registrados colocam o domínio brasileiro entre os maiores do mundo. Dentre os cerca de 300 domínios de país que existem (ccTLDs), o ".br" é o 7º mais popular. Em sua evolução, o ".br" manteve suas características específicas, como a preservação da semântica das categorias de nomes. Assim, com a criação de novos subdomínios, passou a ter mais de 120 opções. Há categorias para interesses específicos (como "ong.br", "art.br", "eco.br"), para profissionais liberais ("bio.br", "adm.br", "mus.br", "med.br", "eng.br", entre outros), que identificam cidades (por exemplo, "rio.br", "manaus.br", "cuiaba.br", "floripa.br", "foz.br"), entre outras. No Brasil, 92% das empresas que possuem website usam o domínio ".br", de acordo com a pesquisa TIC Empresas 2017, do CGI.br, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do NIC.br.

Além da variedade de opções com os mais de 120 subdomínios disponíveis, os 30 anos de experiência mostraram solidez técnica e operacional. O ".br" diferencia-se de outros domínios, inicialmente por ser restrito a indivíduos e empresas no país, e também por adotar recursos de segurança como autenticação em duas etapas (token), resolução de DNS com garantia de segurança e criptografia (DNSSEC). A resiliência é aumentada com as numerosas cópias de servidores que possui no Brasil, além de manter servidores estrategicamente espalhados pelo mundo (Estados Unidos, Europa e Ásia). O valor praticado pelo registro, além de estar entre os mais baixos internacionalmente, mantem-se estável por longos períodos. ”O NIC.br conta também com uma equipe de atendimento própria, formada por funcionários, que zela pela presteza e correção dos serviços, e pelo esclarecimento de dúvidas”, ressalta Getschko.

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