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A PepsiCo vai fechar a fábrica de concentrado de refrigerante na Zona Franca de Manaus. A decisão da multinacional é mais um capítulo de uma disputa antiga entre o governo federal e grandes fabricantes de bebidas, a saber: Pepsi, Coca-Cola, Ambev e Heineken. Reportagem da revista Exame na internet mostra que a disputa envolve denúncias de concorrência desigual, arrecadação de impostos, interesses de pequenos produtores de refrigerantes e o formato de funcionamento da Zona Franca de Manaus.

Parte dos fabricantes de bebidas, em especial grandes empresas, produz xarope de refrigerante na Zona Franca de Manaus. No total são 31 fábricas de xarope na região. A decisão de instalar a produção ali se deve aos incentivos do governo com o objetivo de levar empresas para lá e desenvolver a economia local.

O principal incentivo é a isenção de impostos. No caso do xarope de refrigerante, o item pagava uma alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de 20%. Como as fabricantes produzem em Manaus, elas estão isentas dessa taxa. Além disso, os 20% se transformam em crédito tributário, recebido por quem compra o xarope das fábricas em Manaus. As empresas então ganham duas vezes, pois produzem em Manaus sem imposto e depois recebem créditos tributários através das engarrafadoras, que compram o xarope vindo da Amazônia.

As empresas que produzem na região estão reunidas sob o guarda-chuva da Abir (Associação (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas), entidade que reúne 60 empresas no total. Segundo a entidade, a produção gera 15 mil postos de trabalho na região de Manaus, contando empregos diretos e indiretos. O incentivo fiscal do governo para os produtores de refrigerantes envolve a produção local de insumos, o que em tese obriga essas fabricantes a comprarem matéria prima na região amazônica.

Pequenos fabricantes locais de refrigerantes criticam há tempos o formato de incentivo da Zona Franca de Manaus ao setor. Reunidos na Afrebras (Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil), que representa pelo menos 132 companhias de refrigerantes, dentre elas o Guaranita Cibal, de Passa Quatro (MG), o Devito, de Catanduva (SP), e o Guaraná Pureza, de Riacho Queimado (SC), eles afirmam que o modelo gera concorrência desigual, já que além de não pagar imposto sobre o xarope, as fabricantes recebem crédito através das engarrafadoras.

A Afrebras acusa ainda grandes empresas do setor de superfaturarem o xarope produzido em Manaus, aumentando ainda mais a distorção em relação a produtores que não estão na região. O assunto é alvo de uma investigação da Receita Federal. A Abir nega que haja superfaturamento.

Material divulgado pela Afrebras afirma que o preço do concentrado produzido em Manaus “chega a ser 20 vezes maior que o insumo produzido nos demais estados”. A lógica, segundo a Afrebras, é aumentar artificialmente o preço para assim ganhar mais nos créditos de IPI. A renúncia fiscal das multinacionais de concentrado localizadas na Zona Franca de Manaus foi de 9,1 bilhões de reais em 2016, diz a entidade. Isso tem levado à morte de diversas pequenas fabricantes de refrigerantes. Em 1960 eram 892 empresas no setor; em 2015 ficaram 235, diz a entidade.

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O presidente Michel Temer determinou intervenção federal no estado de Roraima, em virtude da crise na segurança pública e penitenciária no estado até 31 de dezembro. A decisão do presidente foi anunciada na noite desta sexta-feira (7), em reunião com ministros no Palácio da Alvorada.

Agentes penitenciários do estado deixaram de trabalhar e policiais civis deflagraram paralisação de 72 horas em razão de meses de salários atrasados. Os policiais militares, que não podem fazer greve, receberam o apoio das esposas, que bloquearam as entrada e saída de batalhões como forma de protesto.

Temer conversou com a governadora de Roraima, Suely Campos, e explicou que a intervenção federal foi a única saída para o problema. “Eu há pouco falei com a senhora governadora e disse que a única hipótese para solucionar essa questão, especialmente aquela de natureza salarial, seria decretar a intervenção até a posse do novo governador. Ela acha que de fato a situação está se complicando e que a melhor solução seria essa. Com isso queremos pacificar as questões de Roraima”, disse o presidente em breve pronunciamento.

A intervenção federal no estado já havia sido pedida pela PGR (Procuradoria-Geral da República) em virtude do risco de rebeliões em unidades prisionais. Em seu pedido, a PGR descreveu situações, baseadas em relatórios do Ministério Público, como falta de separação entre detentos de regimes aberto, semiaberto e fechado, atraso no pagamento de salários de agentes penitenciários, fornecimento de comida azeda e insuficiente aos presos e falta de combustível para transportar os presos para audiências. Com Agência Brasil

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"Candidato", embora não aceito ainda oficialmente, em lugar do vereador vereador Pedro Pepa (DEM), que está preso desde quarta-feira (5) em ação do Ministério Público Estadual, à presidência da Câmara de Dourados, o vereador Alberto Alves dos Santos (PR), o Bebeto, justificou na tarde desta sexta-feira (7) a ausência dele e dos outros sete membros do grupo que dão sustentação para a prefeita Délia Razuk, do mesmo partido dele na Casa na sessão em que seriam escolhidos os novos membros da futura Mesa diretora que inicia os trabalhos a partir de janeiro do ano que vem.

“Até o momento do início da sessão desta tarde, a presidente Daniela não havia deferido o nosso pedido e, em função disto nós ficamos impossibilitados de votar de forma democrática”, justifica o vereador, que protocolou documento quinta-feira (6) pela manhã, apoós coletar inclusive as assinaturas de Pepa e do então candidato a vice-presidente Ramão Cirilo (MDB), para alterar a composição da chapa. O pastor preso está sendo substituído pelo vereador Junior Rodrigues (PR).

Os dois substituídos (Pepa e Cirilo) compõem a chapa Legislativo Forte e estão detidos em função da operação do MPE (Ministério Público Estadual) e Polícia Civil, impossibilitados de participar da votação da eleição da Mesa diretora para o biênio 2019/2020. Pelo Regimento da Câmara, entretanto, eles podem ser votados.

Para Bebeto, os oito vereadores ausentes à sessão que elegeria a nova Mesa Diretora foram prejudicados pela procrastinação da atual presidente Daniela Hall (PSD) que não se posicionou oficialmente quanto ao pedido de substituição dos nomes citados. Ele também reclamou que ela não deu posse ao suplente Mauricio Lemes no lugar de Idenor, que pediu afastamento das funções por 30 dias, já que figura também entre os presos da operação do MPE.

Ocupando o sexto mandato sequencial na Câmara, o vereador Bebeto ressalta que a decisão do grupo de se ausentar da sessão de votação da nova Mesa tem amparo regimental. “Regimentalmente, tivemos que nos ausentar para que não houvesse sessão, pois queremos uma disputa onde prevaleça os direitos democráticos”, enfatizou.

Em documento conjunto, ele e os demais colegas faltosos à sessão afirmaram que deliberaram por iniciar o "constitucionalmente assegurado exercício da obstrução parlamentar", até que sejam sanados os 'desmandos' da atual presidente, conforme reclamaram. A assessoria jurídica da Câmara não se posicionou sobre o assunto. A presidente Daniela Hall convocou nova sessão para este sábado (8) às 14 horas, para tentar realizar a eleição.

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Os atletas brasileiros Vicente Lenílson, Sandro Viana, Bruno Barros e José Carlos Gomes Moreira (o Codó), que disputaram o revezamento masculino 4x100m rasos dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, vão receber medalhas de bronze da prova. A equipe da Jamaica, composta por Usain Bolt, Nesta Carter, Michael Frater e Asafa Powell, que tinha conquistado a primeira colocação naquela competição, foi desqualificada.

A mudança foi comunicada oficialmente nesta sexta-feira (7) pelo COI (o Comitê Olímpico Internacional) ao COB (o Comitê Olímpico do Brasil). Na prova disputada no Ninho do Pássaro, a equipe do Brasil terminou em quarto lugar. Trinidad e Tobago, que ficou em 2º lugar, vai herdar o ouro; e o Japão, que foi o 3º, receberá a medalha de prata.

O motivo foi a confirmação de doping de Nesta Carter, que disputou as eliminatórias e as finais da competição pelo país da América Central. A desclassificação da Jamaica já havia sido anunciada desde janeiro do ano passado pelo COI.

Um parecer da Comissão Disciplinar do COI e da Corte Arbitral do Esporte, favorável à desqualificação da equipe jamaicana e, ainda, a reclassificação da Associação Internacional de Federações de Atletismo foram a base para a alteração no pódio em Pequim 2008.

As medalhas ainda estão de posse do Comitê Olímpico Internacional. A data para a entrega do prêmio e a definição de como será a cerimônia ainda serão definidas pelo COB e os atletas brasileiros, divulga a Agência Brasil de notícias.

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A Comissão Avaliadora de Imóveis Públicos participou de reunião na Prefeitura de Dourados na manhã desta sexta-feira (7), e apresentou ofício de trabalho prestado ao município recentemente por meio de parceria firmado no convênio ocorre entre o Creci/MS (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul) e a Secretaria municipal de Fazenda.

A secretária de Governo, Patrícia Donzelli Bulcão e o secretário de Planejamento, Carlos Dobes, receberam os membros da comissão e destacaram sobre a colaboração que tem sido prestada por meio dos trabalhos da comissão.

“O projeto de vocês demonstra lisura, profissionalismo, e essa parceria só veio a somar para o município. Agradeço a colaboração em nome de toda equipe técnica e da prefeita Délia Razuk”, disse Carlos Dobes.

Durante o encontro foi apresentado um parecer técnico de avaliação mercadológica da área “Bom Futuro”, de 11.454,63m2, na região norte de Dourados. A coordenadora da Comissão, Maria Algeria Endres, destacou que os membros têm se revezado nos trabalhos referentes a demandas da administração municipal com empenho para um trabalho de excelência dentro das tendências de mercado da maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul.

Ela agradeceu a abertura para as ações e disse que a comissão presidida por Delso José de Souza está à disposição para outros pareceres técnicos.

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Exatos dez anos se passaram do último título brasileiro do São Paulo, em 2008. E, nesse período, o Tricolor levantou apenas uma taça, a da Copa Sul-Americana de 2012. Em meio a isso, o clube que era exemplo colecionou fracassos, frustrações e momentos de perigo.

Tricampeão brasileiro com o São Paulo em 2006, 2007 e 2008 e responsável por um dos momentos mais importantes da história do Tricolor, Muricy Ramalho, hoje comentarista do SporTV, analisou: "As pessoas se acomodaram, pararam um pouco no tempo".

Naquela vitória por 1 a 0 sobre o Goiás, fora de casa, na última rodada do Brasileirão de 2008, uma das cenas que ficaram para a história foi a de Muricy Ramalho, molhado pela chuva, acenando para o torcedor tricolor que comemorava o tricampeonato nacional. Não imaginavam o que viria depois.

"Quando voltei em 2013 (para livrar o time do rebaixamento), a situação era desesperadora. Deu certo porque eu conhecia muito o São Paulo. Eu sabia onde podia atacar. Tive que tomar atitudes muito difíceis, de afastar jogadores e colocar outros que a diretoria não gostava", lembrou.

Em entrevista ao Globoesporte, Muricy diz que com as mexidas que fez o time melhorou um pouco, "mas ainda não melhorou o que tem de melhorar, ou seja, continua mais ou menos parecido, as pessoas um pouco acomodadas", completou.

Para o ex-técnico do São Paulo e agora comentarista, o São Paulo não pode perder tempo e ficar no mercado atrás apenas de bons jogadores. É preciso buscar os "fora de série", como ele mesmo diz.

"O São Paulo precisa de títulos e para isso precisa contratar jogadores vencedores, diferentes. Não precisa de muitos, mas tem de fazer a diferença. Infelizmente o São Paulo está contratando apenas bons jogadores. E não pode. Tem de contratar acima da média, porque é grande demais", falou.

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Um grupo de criminosos armados e com reféns tentou assaltar duas agências bancárias da cidade de Milagres, na Região do Cariri do Ceará, na madrugada desta sexta-feira (7) e houve intensa troca de tiros com, pelo menos, 12 pessoas mortas, segundo informou a a Secretaria da Segurança do Ceará. Dois suspeitos de participação na tentativa de assalto foram presos, conforme o secretário da Segurança, delegado André Costa.

A Coordenadoria de Medicina Legal da Perícia Forense (antigo IML) da cidade de Juazeiro do Norte, que recolheu os corpos, havia informado, inicialmente, que 13 pessoas morreram no tiroteio. No entanto, em nota, a Secretaria de Segurança do Estado confirmou 12 óbitos. Um outro suspeito foi ferido durante a troca de tiros e está internado em um hospital da cidade.

De acordo o prefeito de Milagres, Lielson Landim, entre os mortos estão duas crianças, que eram feitas reféns pelo grupo criminoso, uma de 10 e outra de 13 anos. No total, seis reféns morreram no confronto, sendo cinco da mesma família, conforme a polícia. Ainda não foram identificados todos os mortos no confronto, publica o portal G1.

O prefeito de Milagres disse que a família ia para Serra Talhada, em Pernambuco, quando passou por um trecho interditado na rodovia BR 116, na altura da ponte sobre o riacho Tamanduá, e foi sequestrada. A quadrilha utilizou um caminhão para bloquear a via e parar o veículo das vítimas.

Segundo o prefeito, os reféns foram executados pela quadrilha ao serem abordados pela polícia. Entre as vítimas estão um empresário de Serra Talhada e o filho dele. Pai e filho foram até o Ceará buscar três familiares que vinham de São Paulo para passar os festejos de fim de ano na cidade. O sexto refém morto, também ainda não identificado, seria da cidade de Brejo Santo e também foi parado na rodovia, de acordo com a reportagem.

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A Semsur (Secretaria municipal de Serviços Urbanos) já definiu o cronograma de trabalho a ser obedecido pelo setor encarregado da coleta de lixo durante os feriados que ocorrem neste mês, incluindo a virada do ano, para que a população possa ser orientada no sentido de depositar o material de descarte a ser recolhido pela empresa que realiza essa ação em Dourados.

No caso do feriado municipal deste sábado, 8 de dezembro, quando é celebrado o dia de Imaculada Conceição, padroeira da cidade, a coleta será transferida para a segunda-feira (dia 10) seguinte, e quanto ao trabalho do feriado da emancipação do Município, que este ano coincide com uma quinta-feira, dia 20 de dezembro, a coleta será feita na sexta (dia 21), informa a Semsur.

Ainda de acordo com o cronograma deste final de ano, a coleta de lixo nos dias 24 e 31 de dezembro, respectivamente véspera do Natal e do dia de Ano Novo, os serviços serão iniciados mais cedo, a partir das 6 horas no período diurno e das 18 horas, no noturno.

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Um acidente ocorrido no inicio da madrugada desta sexta-feira (7) matou Marcelo Rocha Maciel, de 35 anos, que seguia sozinho no veículo veículo Ford/Ka com placas de Campo Grande, que seguia sentido ao estado de São Paulo.

De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o acidente ocorreu na altura do quilômetro 23 da rodovia BR 267, entre a cidade de Bataguassu e o distrito de Nova Porto XV, no sentido a Presidente Wenceslau (SP) quando, por motivos a serem apurados, o condutor do veículo se chocou com a traseira de uma carreta que seguia no mesmo sentido, mas, devido a problemas mecânicos, havia parado no acostamento, com parte da traseira sobre a pista de rolamento. Maciel morreu na hora.

Conforme publica o jornal Dahorabataguassu, o condutor da carreta, um homem de 54 anos, disse que os sistemas de freios travaram, e ele não conseguiu parar a carreta totalmente no acostamento, ficando apenas parte da traseira sobre uma pequena parte da pista de rolamento. Segundo ele, o veículo estava sinalizado e no momento do acidente ele estava em contato com a PRF, comunicando o fato.

Com o impacto do choque, a carreta chegou a vibrar, disse o motorista que ainda viu o automovel capotando no acostamento da pista contrária. De acordo com a PRF, a suspeita é de que o condutor do Ford Ka estava dirigindo em alta velocidade e não tenha conseguido evitar o choque com a carreta parada.

Profissionais com registro no Brasil têm até as 23h59 desta sexta-feira (7) para se inscrever no Programa Mais Médicos. O edital, lançado no dia 20 de novembro, oferta, ao todo, 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 DSEIs (Distritos Sanitários Especiais Indígenas) que antes eram ocupadas por médicos da cooperação com Cuba.

De acordo com o Ministério da Saúde, até nesta quinta (6) 3.721 médicos já haviam confirmado presença nos municípios onde vão trabalhar. Os números mostram ainda que pelo menos 123 vagas continuam disponíveis. Os profissionais têm até sexta-feira (14) que vem para se apresentar nos locais de trabalho.

As inscrições chegaram a ser prorrogadas devido à instabilidade do site do Mais Médicos, causada, segundo a pasta, por ataques cibernéticos identificados desde o primeiro dia de inscrição. O sistema recebeu mais de 1 milhão de acessos simultâneos no momento da abertura das inscrições – mais que o dobro do total de profissionais em atuação no Brasil.

Desistência

Na última terça-feira (4), 200 médicos desistiram de trabalhar no programa. O principal motivo, de acordo com o ministério, é a incompatibilidade de horário com outras atividades. O programa exige uma carga de 40 horas semanais em equipe de Saúde da Família. Outra parte dos profissionais informou que entrou em residência médica, recebeu nova proposta de trabalho ou teve problemas pessoais.

Durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento, no Senado, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, disse esta semana que o governo tem um plano B para completar as vagas remanescentes. Segundo ele, no próximo dia 17 será publicado novo edital do Mais Médicos, com vagas para brasileiros formados no exterior e estrangeiros.

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