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Quinta, 22 Fevereiro 2018 10:45

Comerciantes tentam voltar à rotina após Rio Aquidauana baixar

Escrito por Liniker Ribeiro/CGNews
Funcionários de hotel trabalhando para limpar sujeira provocada pela cheia do rio Funcionários de hotel trabalhando para limpar sujeira provocada pela cheia do rio Saul Schramm

Com o nível do rio Aquidauana mais baixo, marcando 9,40 metros, segundo a Defesa Civil do município homônimo, a manhã desta quinta-feira (22) está sendo de muito trabalho para funcionários de comércios às margens da Ponte Velha, onde o fluxo de veículos também já está totalmente liberado.

Com rodos, vassouras, baldes e alvejantes, um grupo de oito pessoas arregaçou as mangas e, com muito esforço, tenta limpar toda a sujeira em frente ao Hotel Beira Rio, deixada pela cheia do rio após as chuvas da última terça-feira (20).

"Á água subiu do nada, não achei que fosse invadir o hotel. Se eu não tivesse chamado a prefeitura e o pessoal não tivesse me ajudado a erguer os móveis, nosso prejuízo teria sido muito maior do que já foi contabilizado", afirmou o gerente do estabelecimento, Wenner Roger, 29 anos.

Segundo ele, cerca de 20 hospedes estavam no local no momento em que a água subiu e invadiu as instalações do hotel. Todos foram retirados com a ajuda de um trator e um barco, disponibilizados pela prefeitura. Com isso, o prejuízo estimado pelo gerente é de aproximadamente R$ 5 mil.

"Hoje o sentimento é de colocar a casa em ordem, é dobrar a bermuda e arregaçar as mangas e, com muito sabão, desinfetar tudo", concluiu Wenner, que destacou ainda o fato do hotel continuar fechado nesta quinta-feira, a espera de uma equipe da Vigilância Sanitária para avaliar o local e dizer se está apto para voltar a funcionar.

Do outro lado da rua, até quem teve "sorte", começou o dia limpando tudo. Na empresa de fornecimento de internet onde dona Maria de Oliveira, de 44 anos, trabalha como secretária, a água não chegou a invadir o local por conta dos degraus a mais em frete ao estabelecimento, mas ainda assim os funcionários se precaveram para evitar prejuízos.

"Á água parou bem no último degrau, se tivesse chovido um pouco mais, tinha invadido tudo", afirmou a secretaria apontando para a marca na parede que indica até onde a água chegou.

Mesmo a água não tendo entrado, o local ficou fechado durante todo o dia de ontem devido a cheia. Os funcionários também se adiantaram e ergueram todos os móveis para evitar prejuízos.

Um terceiro empreendimento na região, um trailer de lanches, ficou com a estrutura toda danificada e suja.

Os imóveis da região permanecem vazios. As famílias que residem próximo a ponte foram retiradas de casa e levadas para abrigos improvisados ou casa de familiares e amigos.

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